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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Escolas Quilombolas

Hoje realizei a tarefa da Interdisciplina Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica deveríamos pesquisar experiências escolares alternativas, como estamos no mês da “Consciência Negra” pesquisei sobre as Escolas Quilombolas tem por finalidade proporcionar o enfrentamento das desigualdades étnico-raciais nos espaços educacionais após a institucionalização da Lei Federal 10.639/2003, que altera a LDB estabelecendo a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na Educação Básica, permitindo assim a construção de ações e projetos mais contundentes para valorização da cultura negra brasileira e africana, bem como da educação quilombola.

Na capital do nosso estado existem algumas comunidades remanescentes de quilombo a comunidade da Família Silva e da Família Fidelix e suas respectivas instituições escolares que atendem os jovens moradores dos quilombos.

No País, existem 49.722 estudantes matriculados em 364 escolas localizadas em áreas remanescentes de quilombos, sendo que 62% das matrículas estão concentradas na Região Nordeste. O levantamento inédito mostra, ainda, que o estado do Maranhão possui mais de 10 mil alunos em 99 estabelecimentos em terras habitadas por descendentes de africanos, maior número entre todas as unidades da Federação.


Acredito ser esta mais uma manobra política do que realmente a tentativa pura e sincera de preservar, reconhecer e valorizar estas comunidades. Atualmente aqui na capital a empresa CARRIS mantém um ônibus que faz uma rota com estudantes e interessados em conhecer um pouco dos primeiros locais habitados pelos negros. Neste passeio percebemos o quanto as elites tentam esconder e empurrar o mais distante possível da zona central os negros e pobres.







Fonte:
http://portal.mec.gov.br/educacao-quilombola-
https://territorioautonomo.files.wordpress.com/2013/09/gd2-o-lugar-da-educac3a7c3a3o-popular-nos-quilombos-urbanos-de-porto-alegre.pdf

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Estudo do texto "Maquinaria Escolar"


Trabalho em grupooooooo que sufoco! Bem realizar um trabalho em grupo é sempre complicado por muitos fatores mas os principais são questões geográficas, tempo e espaço... Mas com boa vontade e o uso das tecnologias tudo terminou com um grande aprendizado e final feliz!

Segundo o autor Phillipe Áries, a concepção da infância nem sempre existiu, sua análise histórica menciona o comportamento de famílias desde a Idade Média ocidental, e relatou que a criança deste período era tratada como adulto.

Antes do século XVII as famílias não davam atenção às crianças, que eram vistas como “adultos em miniatura”, as mães logo após o nascimento entregavam os filhos as “amas de leite”. Não havia uma preocupação dos pais em acompanha-los e educa-los, não existia vínculos e apegos afetivos como nos dias atuais.

A constituição de um novo conceito de infância veio a se desenvolver somente a partir do século XVIII, quando a infância e adolescência separam-se definitivamente que o bebe aparece como uma nova figura e através das artes plásticas ligada a iconografia religiosa desde finais da idade média começa a aparecer a infância e também seus direitos como criança cidadã.

VARELA, Julia ; ALVAREZ-URIA, Fernando. A maquinaria escolar. Teoria & Educação, Porto Alegre, n. 6, p. 68-96, 1996.