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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Infâncias étnico-raciais


O artigo "A diferença étnico-racial em livros brasileiros escrito por Edgar R. Kirchof, Iara T. Bonin e Rosa M. H. Silveira aborda três tendência ao tratar as questões étnicas raciais na literatura infanto-juvenil: Como lidar com o preconceito; outras tramas com personagens negros; Uma diferença a mais.

Estas abordagens tentam colocar os personagens negros como personagens principais, eles tentam explicar o porquê das diferenças de tal personagem; também apresentam os personagens negros em diferentes tipos de conflitos mas abordando a sua questão ancestral, sua origem e também as narrativas ensinam a aceitar e se posicionar diante da diversidade étnica.
Referência:



KIRCHOF, Edgar; BONIN, Iara, SILVEIRA, Rosa Hessel. A diferenc
̧a étnico-racial em livros brasileiros para crianças: análise de três tendências. contemporâneas. Revista Eletrônica de Educação, v. 9, n. 2, p. 389-412, 2015.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Infância Soft







 





Simplificando “infância soft” é a nomenclatura usada para definir o padrão ideal de bebês a serem utilizados pela mídia, estes bebês são rechonchudos com aspecto angelical outra ora usada nas telas e esculturas renascentistas cujo corpo é perfeito, de pele rosada de singela beleza e delicadeza remetem a uma imagem de anjo. São bebês saudáveis e repletos de dobrinhas com um olhar feliz e sorridente com aquelas carinhas “fofas”.





Referência:
BORGES, Camila Bettim; CUNHA Susana Rangel Vieira da. Retratos de uma infância contemporânea: os bebês nos artefatos visuais. Textura, v. 17, n. 34, p. 99-111, 2015. 
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5kQbW8v-I5HcQVCsFzjWyPzqcbY_g8LzCCrLHp1EQZ-hEhVNj-8nlxamQ8096D8CViklA4JlBNJCOCrCvWktSqH1CeXVn-fskmlIPgaGWFhRw1KEbM3TTs3HCiyOIxhEFpPhzJY48O1Y/s1600/BEB%25C3%258A+DA+JOHNSONS+-+CONCURSO+BEB%25C3%258A+JOHNSONS+-+ANOS+70+-+ANTIGOS+CONCURSOS+-007.jpg

O que é Infância pedagogicamente?



  

Pedagogicamente a infância pode ser classificada ou simplificada como seres em construção, ou seja, seres que necessitam, de apoio para se desenvolverem, cabendo ao adulto zelar pela sua formação e seu desenvolvimento.

JENKS classifica a infância em três tipos: selvagem, aquelas crianças desprovidas de regras, por isso deve ser controladas e até mesmo reprimida sendo assim socializada; a natural seria uma criança boa por natureza, distante da maldade e a criança social ou seja depende da sociedade sua condução como serão moldadas, podendo ser em virtudes como em maldade.


Fonte:
JENKS, Chris. Constituindo a criança. Revista Educação, Sociedade e Culturas, n. 17, 2002. Disponível em: http://www.fpce.up.pt/ciie/revistaesc/ESC17/17-arquivo.pdf


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Infâncias nas mídias




Para desenvolver meu posicionamento critica quanto a questão “infância na mídia” assisti ao filme ao documentário Criança, a alma do negócio, sua temática é criança e consumo retratando a publicidade dirigida às crianças e do consumismo infantil.
 
Ele busca mostrar, por depoimentos de pais, pedagogos, psicólogos e crianças, além da ilustração de cenas de comerciais, como a televisão e a publicidade podem influenciar o consumo.
 
Fiquei chocada ao ver que as crianças atualmente estabelecem relações entre brincadeiras e compras e por vezes preferem compras à brincadeiras. Algumas crianças do documentário dão depoimentos em que preferem compras às brincadeiras. E quando preferem brincadeiras as brincadeiras são submetidas a consumo.
 

Creio que os publicitários acertam em cheio primeiro pela culpa dos pais de ficarem pouquíssimo tempo com os filhos e neste tempo que estão com os filhos querem comprar a felicidade dos filhos e o muito tempo ocioso dos filhos que ficam na frente da teve ou com tablets com jogos que aguçam o consumismo dos pequenos. E por sua vez estes pequenos sabem tocar em cheio o coração dos pais, dos tios, dos dindos etc.
 
Percebo que estamos totalmente erados ao nos deixarmos levar pela mídia e também por crianças. Vejo que os publicitários estão desempenhando bem o seu papel quem não anda fazendo bem o seu são os pais que não devem em hipótese alguma deixar a televisão e o consumo substituir um abraço, uma brincadeira ao ar livre, um dialogo.


 





CRIANÇA, a alma do negócio. Produção: Estela Renner e Marcos Nisti. São Paulo: Maria Farinha Produções, 2007. 90 min. Color. Port.
 

 

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

INFÂNCIA... Ai, infância!

 
 
 
Conforme o dicionário AURÉLIO (2001, p.387), Infância é operíodo de crescimento, do ser humano, que vai do nascimento à puberdade.

Porém o período da infância é uma etapa muito mais complexa do que o significado atribuído no dicionário, nesta etapa da vida do ser humano ocorre a formação de características físicas e psicológicas do individuo.
 
Nesta faixa etária as responsabilidades do ser humano com a sociedade são poucas, porém são incontáveis as descobertas que surgem. Na infância o ser humano se desenvolve e aprende como se alimentar, falar, andar, a demonstrar sentimentos e uma infinidade de coisas que serão uteis para o resto de sua existência.  
 
Referencias:
 
Dicionário AURÉLIO. 4ª edição. Editora, Nova Fronteira, 2001, p. 281, 387.

Imagens:
http://blog.mhcache.com/pb/wp-content/uploads/2012/11/Dia-da-infancia-blog.jpg