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quarta-feira, 12 de julho de 2017

A escola é nossa!

Na disciplina Organização do Ensino Fundamental estudamos sobre a cooperação dos diferentes segmentos da comunidade escolar, e como as relações horizontais contribuem para institucionalizar uma cultura organizacional democrática.
Percebi que a participação de professores, alunos, funcionários, pais e comunidade no processo de tomada de decisões são de grande valia para êxito das deliberações. E estas cooperações são fundamentais para resoluções de problemas, estabelecendo uma maneira de aprimorar o funcionamento da escola.
Compreendi que o gestor escolar deve visar à gestão democrática, sendo um mediador e estimulador, sendo um mediador de transformações, incentivando, convocando e mediando a comunicação/relação de todos envolvidos na escola.
Uma gestão tida como democrática valoriza o envolvimento da comunidade na tomada de decisões, impulsionando um trabalho coletivo. Fazendo com que cada um perceba sua importância na tomada de decisões para transformação deste ambiente.
A efetiva participação dos vários segmentos (alunos, pais, professores e servidores) representados na escola pelas as instâncias colegiadas (Conselho Escolar, Grêmio Estudantil, CPM, Conselho de Classe) culmina numa gestão democrática, participando ativamente de todas as ações, tomada de decisões e desenvolvendo a consciência social e conquistando uma escola pública de qualidade. Percebemos que quando há envolvimento este trabalho é valorizado e respeitado por toda comunidade escolar.

Segundo Veiga (1998, p.113):
Podemos considerar que a escola é uma instituição na medida em que a concebemos como a organização das relações sociais entre os indivíduos dos diferentes segmentos, ou então como o conjunto de normas e orientações que regem essa organização. (...) Por isso torna-se relevante as discussões sobre a estrutura organizacional da escola, geralmente composta por conselho Escolar e pelos conselhos de Classe que condicionam tanto sua configuração interna, como o estilo de interações que estabelece com a comunidade.

Entendi que o conselho escolar é fundamental no processo de sua construção e constituição da escola democrática. Passando por momentos de vivências coletivas, nas quais não somente se discuta o significado de um órgão colegiado para a organização político-pedagógica da escola, mas também se defina o tipo de homem, de educação e de sociedade que se deseja construir.
Logo, é necessário pensar em meios e estratégias que garantam estudos e debates, seminários, encontros, assembléias com os diversos segmentos componentes da comunidade escolar, para que o processo de construção do conselho seja antecipado de condições possibilitadoras da compreensão teórico-prática e política que explicitem a sua necessidade (PEREIRA FILHO, 1996).
Concluí que o ensino a distância (EaD), veio de encontro com a nova reconfiguração do modo de ensinar e aprender, bem como a relação professores e alunos. A inserção das novas tecnologias, aprender deixou de ser uma forma de “decorar”, visto que as informações estão a um click. Perante isso, é extremamente necessário que os professores compreendam e se amoldem a esta nova metodologia de ensinoaprendizagem. A construção do conhecimento deve ser mediada pelo professor, formando um cidadão autônomo, crítico e criativo.
Imagem <https://loja.grupoa.com.br/uploads/midia/20160707044741_Recreio.jpg>

Referências

AIRROS, M. S.; SILVA, M. B. G. Projeto político pedagógico e regimento escolar: espaços para a construção de uma escola pública democrática. Disponível em: <https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2010296/mod_resource/content/2/PPP.pdf> acessado em: 09 jun 2017.

APPLE, Michael W. Conhecimento Oficial: a educação democrática numa era conservadora. Petrópolis: Vozes, 1999.

LIMA, Iana Gomes de. O Sistema Estadual de Avaliação Participativa na educação estadual do Rio Grande do Sul: contribuições para o desenvolvimento de uma gestão escolar democrática. Disponível em <https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2027865/mod_resource/content/1/O%20Sistema%20Estadual%20de%20Avalia%C3%A7%C3%A3o%20Participativa%20na%20educa%C3%A7%C3%A3o.pdf> Acesso em 27 de jun de 2017.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Filme/vídeo: A construção do Projeto Político Pedagógico da escola. TV Paulo Freire. 2007.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (org) Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 14ª edição Papirus, 2002.


PEREIRA FILHO, J. C. Gestão democrática: processo de criação dos conselhos escolares nas unidades de ensino de Fortaleza. In: Anais do 1o Simpósio Regional de Administração da Educação do Nordeste. Gestão e Participação. Fortaleza, 1996.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Avaliação Democrática


Após meu ingresso no Pead passei a observar melhor as questões referentes a avaliação, aprovação dos alunos do ensino fundamental anos iniciais na Escola Estadual de Ensino Fundamental Duque de Caxias possui turmas do 1º ao 9º ano, nós professores do “área” ou seja dos anos finais do ensino fundamental do 6º ao 9º ano sempre culpávamos pelos alunos que recebíamos.

Hoje sei que na escola os alunos dos anos iniciais são avaliados de diferentes maneiras e situações e recebem trimestralmente um “Parecer Descritivo” do aluno que só é concluído após uma espécie de conselho de classe formado pela Orientação Educacional, Supervisão Escolar e o professor. Nesse parecer, os professores têm prudência de não usar palavras negativas, que desqualifiquem a possibilidade que o aluno tem de aprender, buscando ser o mais especifico possível.

Considero que nossa escola está num processo democrático e participativo e percebo nitidamente ao final de cada trimestre: Desde a construção coletiva de PPP da Escola, que necessita de alguns ajustes bem como a reformulação do nosso Regimento Escolar e, porém o nosso Processo de Avaliação, ainda não está totalmente democrático.


Mesmo a escola estando de portas abertas para toda a comunidade escolar e o estimulo da nossa gestora e da supervisão escolar a efetiva participação do CPM e do Conselho Escolar, que vem promovendo muitas melhorias físicas para a Escola, porém no que tange avaliação não há uma concreta participação.

Percebi com os aprendizados que o aluno deve ser avaliado como único, e principalmente que devemos respeitar seu ritmo, reconhecendo e valorizando suas conquistas, além de procurar trabalhar concretamente os conteúdos e envolvendo as famílias nesse seguimento de construção do conhecimento de seus filhos.

Neste quesito falta um grande caminho a percorrer, por que muitos professores são resistentes e receosos a supostas críticas relacionadas as suas metodologias e principalmente aos seus saberes, além de afetar sua zona de conforto, também atinge sua comodidade e a sua vaidade pessoal, distanciando-se dos pressupostos da gestão democrática, e por um trabalho docente cada vez mais individualizado, o que também impacta no caráter democrático e na qualidade da educação (APPLE, 1999).

Na disciplina Organização do Ensino Fundamental estamos debatendo sobre a cooperação dos diferentes segmentos da comunidade escolar, porém considero se tratando de avaliação uma UTOPIA. Os pais podem "participar" de muitos momentos do processo, nas reuniões de pais, projetos, festividades, reformas, manutenção. Mas ainda não tem esta abertura para defenderem suas ideias no do processo de educação dos filhos, porém os avanços são mínimos.

Referência:
APPLE, Michael W. Conhecimento Oficial: a educação democrática numa era conservadora. Petrópolis: Vozes, 1999.

LIMA, Iana Gomes de. O Sistema Estadual de Avaliação Participativa na educação estadual do Rio Grande do Sul: contribuições para o desenvolvimento de uma gestão escolar democrática. Disponível em <https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2027865/mod_resource/content/1/O%20Sistema%20Estadual%20de%20Avalia%C3%A7%C3%A3o%20Participativa%20na%20educa%C3%A7%C3%A3o.pdf> Acesso em 27 de jun de 2017.

Imagens disponíveis em: <http://estudandopos.blogspot.com.br/2014/05/vivencia-em-gestao-escolar-democratica.html> Acesso em 27 de jun de 2017.


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Gestão Democrática

GESTÃO DEMOCRÁTICA

Para uma gestão democrática efetiva no âmbito escolar é necessário que a escola tenha: Conselho escolar, a Associação de pais e mestres, Grêmio estudantil, pois eles garantem a participação, descentralização do poder e a busca por uma educação de qualidade. O termo “gestão democrática da escola pública” foi legalizada pela Constituição Federal de 1988 (inciso VI do artigo 206) e referendada posteriormente pela LDB 9.394/96 (inciso VIII do artigo 3).
Uma gestão tida como democrática valoriza o envolvimento da comunidade na tomada de decisões, impulsionando um trabalho coletivo. Na escola em que trabalho o Conselho Escolar atende as quatro funções básicas deliberativa, consultiva, fiscal e mobilizadora. Porém a que ainda não obtém êxito total é na mobilizadora, pois pretende agregar maior participação dos pais.
A efetiva participação dos vários segmentos (alunos, pais, professores e servidores) representados na escola pelas as instâncias colegiadas (Conselho Escolar, Grêmio Estudantil, CPM, Conselho de Classe) culmina numa gestão democrática, participando ativamente de todas as ações, tomada de decisões e desenvolvendo a consciência social e conquistando uma escola pública de qualidade. Percebo que quando há envolvimento este trabalho é valorizado e respeitado por toda comunidade escolar.
Segundo Veiga (1998, p.113):
                                      Podemos considerar que a escola é uma instituição na medida em que a concebemos como a organização das relações sociais entre os indivíduos dos diferentes segmentos, ou então como o conjunto de normas e orientações que regem essa organização. (...) Por isso torna-se relevante as discussões sobre a estrutura organizacional da escola, geralmente composta por conselho Escolar e pelos conselhos de Classe que condicionam tanto sua configuração interna, como o estilo de interações que estabelece com a comunidade.

Estimular a gestão democrática da escola requer tempo, paciência, diálogo e respeito para a concretização de cada passo do processo de discussão e decisão. Inicialmente poderá significar mais trabalho, porém à medida que mais pessoas participarem deste processo de cooperação, a tendência e diminuir o volume de trabalho.

Referência:

GALINA, Irene de Fátima. Instâncias colegiadas: espaços de participação na gestão democrática da escola pública. Disponível em: < https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2022667/mod_resource/content/1/Espa%C3%A7os%20de%20Gest%C3%A3o%20Democr%C3%A1tica%20na%20Escola%20P%C3%BAblica.pdf> Acesso em 26 de junho de 2017.
Imagem disponível em: <https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4nHoErwqzElUPU_0U8qGe3d1dUudTxc0wIwzkQJ5ui7kWfGCB26-wPSnwGh33-Zi1u0ghMBRihV2nJ-PeYCSnznztTyi8GwtqXUKzGjo7-9zBxzQ35KheCuEBN6isahc2MMp4VyTOIUpZ/s1600/grafico.JPG> acesso em 26 de junho de 2017.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Nossos monstros


A aula presencial das Interdisciplinas Organização do Ensino Fundamental e Organização e Gestão da Educação foi pra lá de especial as professoras Larissa e Mariângela além de mostrarem domínio do tema planejaram uma aula prática repleta de dinâmicas.
As dinâmicas apresentada alem de divertidas nos fizeram refletir sobre como reagíamos a mudanças e principalmente a orientações, conseguimos perceber que cada individuo tem suas especificidades.
Outro ponto importante foi a injeção de animo da professora Larissa contando sua trajetória acadêmica e mostrando como nunca é tarde para estudar e aprender.


Dinâmica Receita do Monstrinho

RECEITA DO MONSTRINHO
1- Uma cabeça redonda e grande,
2- Um corpo pequeno e coberto de pêlos,
3- Braços compridos com mãos pequenas e garras grandes,
4- Pernas curtas,
5- Pés grandes e arredondados,
6- Olho no meio da testa,
7- Orelhas pontiagudas,
8- Nariz com narinas quadradas,
9- Boca grande com dentes falhados.




quarta-feira, 14 de junho de 2017

CONSELHO ESCOLAR


É fundamental que o conselho escolar, no processo de sua construção e constituição, passe por momentos de vivências coletivas nas quais não somente se discuta o significado de um órgão colegiado para a organização político-pedagógica da escola, mas também se defina o tipo de homem, de educação e de sociedade que se deseja construir. Logo, é necessário pensar em meios e estratégias que garantam estudos e debates, seminários, encontros, assembleias com os diversos segmentos componentes da comunidade escolar, para que o processo de construção do conselho seja antecipado de condições possibilitadoras da compreensão teórico-prática e política que explicitem a sua necessidade (PEREIRA FILHO, 1996).

Conhecer o Conselho Escolar da escola onde você trabalha ou seu filho estudo é importantíssimo, toda escola deve ter um. Segundo o Ministério da Educação o conselho escolar deve ser o espaço onde se discutem as questões educativas e seus desdobramentos na prática político-pedagógica da escola. Nesse sentido, os conselhos escolares têm as seguintes funções: deliberativa, consultiva, fiscal e mobilizadora.

Na escola onde trabalho o Conselho Escolar é ativo e participativo, ele está presente em todas as tomadas de decisões. A presidente do conselho escolar participa ativamente em reuniões seu nome é Luisa Cassola, elaborei alguns questionamentos sobre sua atuação e a atuação como um todo do conselho escolar da escola.

Percebi que nosso conselho segue quase todos os critérios e realiza todas funções pertinentes porém tem como meta mobilizadora agregar maior participação dos pais.  Atualmente temos um grupo de pais bem ativo na escola, que já está fazendo a diferença. Porém acreditamos que com maior participação tudo tende a melhorar.

O Conselho Escolar da nossa escola é formado por representantes de todos os seguimentos da escola, por alunos, pais, professores e servidores, eleitos em pela comunidade escolar. Fazem parte ao todo seis titulares e seis suplentes, que mantem um bom diálogo com a direção da escola participando de todas as tomadas de decisões, além de aprovar ele sugere, busca parcerias e procura sempre auxiliar.

Nosso Conselho Escolar tem reuniões mensais na escola e sempre que houver necessidade é marcada uma reunião extra. E semanalmente o presidente do conselho encontra tem uma reunião com a direção.



REFERÊNCIA:
FONSECA, M.; OLIVEIRA, J. F.; TOSCHI, M. S. As tendências da gestão na atual política educacional brasileira: autonomia ou controle? In: BITTAR, M.; OLIVEIRA, J. F. Gestão e políticas da educação. Rio de Janeiro: DPA Editores, 2004.

MARTINS G. B.; FOSSATI P., SILVA J. C. Os Conselhos Escolares e sua atuação pedagógica na perspectiva de uma gestão democrática. Disponível em: < https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2018302/mod_resource/content/1/eixo4_GISELE-BERVIG-MARTINS-PAULO-FOSSATTI-JULIANA-CRISTINA-DA-SILVA%20%281%29.pdf> acesso 14 de junho de 2017.

OLIVEIRA J. F., MORAES K. N., DOURADO L. F. Conversando um pouco mais sobre o conselho escolar. Disponível em: <http://escoladegestores.mec.gov.br/site/4-sala_politica_gestao_escolar/pdf/saibamais_4.pdf> acesso em 14 de junho de 2017.


Disponível em <http://servicos.educacao.rs.gov.br/pse/html/conselhos_escolares.jsp?ACAO=acao1> Acesso 10 de junho de 2017.

Disponível em <http://conselheiroescolar.virtual.ufc.br/index.php?option=com_nivosliderpro&task=showimage&img=aW1hZ2VzL3NsaWRlc2hvdy9DaGFtYWRhRG9DdXJzb1NsaWRlLmpwZw==&w=330&h=288&t=exact> Acesso 14 de junho de 2017.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

PPP - Projeto político-pedagógico


A primeira etapa essencial para a existência da gestão democrática de relações horizontais, deve ser a criação do Projeto político-pedagógico. Que deverá ser elaborado e vivenciado a todo instante, fazendo parte diária de todas as ações da escola bem como de todos os envolvidos no seguimento escolar.

Expressar as concepções do PPP através do regimento escolar é também orientar os diferentes segmentos escolares para a busca de objetivos claros, democráticos e participativos. Se a escola é pública, laica e gratuita, o processo de constituição da/o PPP e do regimento escolar deve ser um movimento de participação ampla de toda a comunidade escolar para pensar seus princípios e diretrizes. A construção de conhecimento aliada à valorização de saberes e de viveres é o núcleo centralizador da escola. Entretanto, para que isto aconteça, é importante organizar o fazer pedagógico e o administrativo, através e a partir de toda uma legislação existente. O regimento escolar é, portanto, o instrumento onde ficam definidas as linhas gerais e as diretrizes orientadoras para que cada professor, bem como os demais segmentos da escola (funcionários, alunos, pais) saibam quais os procedimentos e normas a serem observados, para garantir o bom andamento da vida escolar. Sendo assim, o Regimento deve conter orientações para a vida escolar; nele deve ficar expressa a concepção de conhecimento presente na/o PPP e os aspectos concernentes à gestão da escola.  (SILVA, p. 10)

As relações horizontais contribuem para institucionalizar uma cultura organizacional democrática a participação de professores, alunos, funcionários, pais e comunidade no processo de tomada de decisões são de grande valia para êxito das deliberações. As cooperações para resoluções de problemas serão embasadas em relações interpessoais, que estabelecem uma envolvente maneira de aprimorar o funcionamento da escola.
O papel do gestor escolar que visa uma gestão democrática na escola é de mediador e estimulador. Sua atribuição não se resume simplesmente à gestão da escola, ele deverá ser o encarregado por transformações. Este gestor deverá incentivar convocar e mediar a comunicação/relação de todos que estão envolvidos na escola. Fazendo com que cada um perceba sua importância na tomada de decisões para transformação deste ambiente.

REFERÊNCIAS

BAIRROS, M. S.; SILVA, M. B. G. Projeto político pedagógico e regimento escolar: espaços para a construção de uma escola pública democrática. Disponível em: https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2010296/mod_resource/content/2/PPP.pdf acessado em: 09 jun 2017.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Filme/vídeo: A construção do Projeto Político Pedagógico da escola. TV Paulo Freire. 2007.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (org) Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 14 a edição Papirus, 2002.


terça-feira, 23 de maio de 2017

LDBEN X PAC 241

Na primeira atividade da Interdisciplina Organização do Ensino Fundamental fomos convidados a assistir vídeos da Aula inaugural da Faced onde Jamil Cury, palestrante da noite abordou dos impasses históricos e da Lei de Diretrizes e Bases e principalmente o quadro que estamos vivenciando com as atuais incertezas políticas e a aprovação da PEC 241, que congela as despesas do Governo Federal, por até 20 anos.

Ele também alertou sobre a recente mudança no Ensino Médio, através de Medida Provisória. Esta medida separa vertiginosamente o ensino médio do ensino superior, formando assim na escola pública uma força de trabalho criando um abismo gigantesco para alcançarem o ensino superior. Também e abordou a proposta de cinco áreas de ênfase sem estruturação das escolas.

Com a aprovação da PEC fica impossível honrar os investimentos do Plano Nacional de Educação, aprovados em 2014, cuja sua meta principal seria a universalização da educação e dar seguimento no plano de carreira para professores da rede pública. Suprimir os investimentos na educação é impor uma qualificação precária para a população que está operando daqui vinte anos.


Imagem
Disponível em: <http://www.sinasefern.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Charge_PEC-241.jpg>. Acesso em 23 de maio de 2017.