quarta-feira, 15 de junho de 2016

Projeto de Aprendizagem: Força do Pensamento




Hoje vou falar um pouco sobre trabalho em grupo: 

Na Interdisciplina Seminário Integrador III, estava indo tudo: “muito bem obrigada!” até surgir um trabalho e este trabalhoso será em grupo. 

Confesso que prefiro a carreira solo, adoro ajudar os colegas e quando necessário solicito a ajuda e o auxílio dos colegas e tutores, mas trabalho em grupo tenho uma certa ou melhor uma total resistência. 

A tarefa seria simples num primeiro olhar, seria criar um projeto de aprendizagem, porém o tema que escolhemos é extremamente amplo: “Força do Pensamento”, um tema que trata do poder do pensamento de atrair ou afastar, e que a mente pode conspirar a favor ou contra.

Estou com o coração na mão, uma tarefa que não depende só de mim, e meu pensamento pensando que tem tudo para dar errado. 

Hoje trabalhei um pouquinho no projeto, estou tentando fazer com que meus pensamentos conspirem a favor e que tudo flua e ocorra positivamente.

Dentre todas as dúvidas e medos do trabalho conhecer e aprender sobre mapas conceituais foi muito legal. Uma aprendizagem que será útil para muitas tarefas e projetos futuros.

Achei um mapa conceitual bem legal definindo grupo e equipe, e acredito que trabalhando em equipe nosso projeto será um sucesso.





Referência da imagem:
Disponível em: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu2SKiKRPUajIE-kH9BLdQLiO7V9LVK6yXAhmdx9d7Cr9ZUDieZm8qba2k0FvZUwKTV39bcPQoLUAMe91r1G61loyA9TTOPzGtlATKtvOjswN2QNBqfoVsANDu6zuaeViUe3BzTDXAqYM/s1600/figura22.jpg, visitado em 15 de junho de 2016.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Zigue-zigue-zá

Escravos de Jó
Jogavam caxangá

Tira, põe
Deixa ficar

Guerreiros com guerreiros
Fazem zigue-zigue-zá
Guerreiros com guerreiros
Fazem zigue-zigue-zá

Composição: Bruno Feydit

Nossa como foi legal a última aula do PEAD,  foi muito bom recordar e jogar... Jogar uma brincadeira super tradicional, mas com aquela coordenação motora e atenção anormal!
A Interdisciplina Ludicidade e Educação proporcionou a interação e um novo olhar para o jogo. Que devemos incentivar, apoiar e proporcionar aos nossos alunos momentos como este de integração, descontração e superação.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Brinquedos

Esta semana estudei e priorizei a Interdisciplina Ludicidade e Educação a pergunta norteadora foi “Vamos continuar pensando nas relações entre o jogo e o desenvolvimento?”

O material de apoio foi texto “brinquedos “objetos com a vida” e os vídeos “Crianças Invisíveis: Bilú e João” e “Song Song e a Gatinha” percebi a singeleza de brincar e como a criatividade leva crianças usarem objetos variados para se divertirem e até mesmo usarem a imaginação para amenizar a vida árdua.

Estes vídeos mostram a fragilidade das crianças e como apesar de todas as dificuldades, adversidades, perdas e problemas elas conseguem brincar, cantarolar. Elas conseguiam brincar com objetos velhos, usados, sucatas, mas imaginação não deixava se abater.

Fica a dica, são vídeos maravilhosos para a reflexão.


quarta-feira, 1 de junho de 2016

Esquema de estudo "A poesia infantil no Brasil"




Referência:

Camatrgo, Luis. A Poesia infantil no Brasil.

LIBRAS

Para um adulto a dificuldade para aprender um novo idioma é gigantesca imagina a linguagem de sinais “libras”. Na Interdisciplina Libras vamos conhecer um pouco da linguagem de sinais respondendo brevemente ao questionamento referente ao meu conhecimento só tenho a dizer:

1 - Não possuo nenhum conhecimento prévio sobre a linguagem de sinais;
2 – Nunca tive nenhum contato com uma pessoa surda;
3 - Acho importante para todos os educadores, hoje em dia com as turmas de inclusão devemos estar preparados.

Foi relevante na primeira aula compreender o termo “Surdo”. Assim como inúmeras outras pessoas, acreditava ser ofensivo este termo. Quando me deparava com uma pessoa “surda” não sabia como deveria tratá-la como surdo-mudo, surdo ou deficiente auditivo, depois da aula aprendi e compreendi que para a pessoa “surda” ser tratada como “deficiente” remete a não ser capaz, insuficiente, insatisfatório.

E ficou um questionamento sobre qual seria “meu sinal”?

Referência da imagem:

Disponível em: http://www.colegioweb.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Libras.jpg, visitado em 01 de junho de 2016.

Minha Voz e a Musicalidade

Por dias vinha adiando a atividade Musicalidade humana da Interdisciplina Música na Escola, a atividade seria um questionário de educação vocal. Bom o título não me chamou atenção, porém ao assistir ao vídeo “Filme Minha Voz, Minha Vida” fiquei chocada... nossa como faço tudo errado!

Cuidar da voz é de suma importância para todas as pessoas para nós professores ainda mais. Fiquei me enxergando a todo momento, seja competindo com aparelhos como ventilador ou com ruídos externos.

Através do filme aprendi algumas técnicas de cuidado e manutenção da voz. Como é importante fazer uma aquecimento vocal e beber água por exemplo.

Também debatemos a nossa musicalidade e o que conhecemos por musicalidade. O que conheço por musicalidade são sons, notas, batidas... que expressão, exprimem, mostram ou demonstram algo. Além de cantarolar o tempo todo, gosto muito de dançar.

 

Brincar é coisa séria!


Nesta semana estudei “A Evolução do jogo” para a Interdisciplina Ludicidade e Educação, conheci os estádios de desenvolvimento da criança, em relação ao jogo tendo como base as pesquisas de Piaget, para ele o desenvolvimento é um processo continuo de aquisições sucessivas. Esse processo é caracterizado por diversas fases ou etapas distintas: o sensório-motor, o pré-operatório, o operatório concreto e o operatório-formal.

Sensório-motor: (0 ~ 2 anos)
Abrange do nascimento até os dois anos de idade (aproximadamente).
Nele a criança apresenta percepções sensoriais de forma global, sem valorizar os detalhes específicos dos objetos. Os esquemas sensório-motores são construídos a partir de reflexos do bebê.
Objetivos do brinquedo: desenvolver a capacidade de diferenciar os objetos, como também as concepções de espaço, tempo e construir as causalidades.

Pré-operatória: (2 ~ 7 anos)
Com o aparecimento da linguagem oral por volta dos dois anos, é chegada a fase pré-operatória que permite a criança dispor além de alguma inteligência, a possibilidade de desenvolver esquemas de ação interiorizadas que são os esquemas simbólicos.
O pensamento egocêntrico, voltado ao próprio sujeito é apresentado nesta mostra que a inteligência pode ser capaz de ações interiorizadas.
Objetivos do brinquedo: Especializar o esquema simbólico através do lúdico, faz-de-conta. Exercício: “significante, significado“, mediante a assimilação de um objeto qualquer ao esquema representado e ao seu objetivo inicial.

Operatório concreto (7 a 11 ou 12 anos)
Neste período o egocentrismo intelectual e social que caracteriza a fase anterior dá lugar à emergência da capacidade de estabelecer relações e coordenar pontos de vista diferentes dos seus e de integrá-los de modo lógico e coerente.
“Jogos de regras”: Se nas primeiras brincadeiras infantis e naquelas que envolvem situações imaginarias o prazer está no processo, nos jogos com regras o prazer é obtido no resultado alcançado, e no cumprimento das normas. Permitem a criança auto-regular-se, auto-avaliar-se, uma vez que as regras são estabelecidas a priori, e estão à disposição para que todos os participantes as conheçam mesmo sendo uma atividade lúdica da criança socializada. Desenvolvimento de uma “moral” a partir do respeito às regras do jogo.
Objetivos do brinquedo: Despertar o interesse por atividades mais complexas pois está quase entrando na fase da adolescência. Para estimulá-las pode-se utilizar jogos de estratégia, eletrônicos, de tabuleiro, experiências e jogos com perguntas e respostas de conhecimento geral.

Operatório formal (12 anos em diante)
Nesta fase a criança já consegue raciocinar sobre hipóteses na medida em que ela é capaz de formar esquemas conceituais abstratos e através deles executar operações mentais dentro de princípios da lógica formal. A criança adquire capacidade de criticar os sistemas sociais e propor novos códigos de conduta: discute valores morais de seus pais e constrói os seus próprios adquirindo, portanto, autonomia.
De acordo com a tese piagetiana, ao atingir esta fase, o indivíduo adquire a sua forma final de equilíbrio, ou seja, ele consegue alcançar o padrão intelectual que persistirá durante a idade adulta. Seu desenvolvimento posterior consistirá numa ampliação de conhecimentos tanto em extensão como em profundidade, mas não na aquisição de novos modos de funcionamento mental.
Objetivos do brinquedo: Estimular a assimilação dos conteúdos complexos de raciocínio através da socialização.





Referência


Disponível em: http://psicologiaebrincar.blogspot.com.br/2011/05/projeto-brincar-brincar-e-coisa-seria.html, visitado em 01 de junho de 2016.

sábado, 21 de maio de 2016

Greve

Paralisação, greve, ocupação... esta semana quase atrasei minha postagem semanal, devido  problemas técnicos e também a reuniões e debates de adesão ou não a “greve” dos professores estaduais.

Greve tendo como definição s.f. Paralisação; interrupção que, feita de modo voluntário e determinada pelo trabalhador ou pelos trabalhadores, reivindica direitos ou protesta contra ameaças ou situações desvantajosas no trabalho. P.ext. Interrupção passageira do trabalho, de atividades pagas, em quaisquer circunstâncias para protestar contra alguma coisa; parede. (Etm. do francês: gréve)

Sempre fui favorável, lutar por direitos é sim necessário desde os primórdios dos tempos, mas desta vez preferi não aderir. Preferir me informar, e observar muito todos os pontos e possibilidades, optei por não participar.

Respeito todos os colegas de classe, meus amados alunos que estão ocupando as escolas. Porém confesso que tenho medo, medo de me tornar um fantoche nas mãos de pessoas desonestas. Fico de fora observando e torcendo para que o bem prevaleça que a justiça prevaleça.

Referência:
http://www.dicio.com.br/greve/
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_yjtau1BoppK42F39xTe_KT8EDeA0wEE0vmiNZa5D0C6g3p6PvrlmFtpEroCnchN2GOGSPZ1yImQWabrQMwh4WW8XvjUaXDaGrgl9buVOu3O6sZ1NjJzhSP7lFQv4xslqMQkF1pKqDsBL/s1600/greve-dos-professores.png

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Curiosidade





Estudar causa curiosidades e inúmeras inquietações, e algumas não temos coragem de menciona-las! A tarefa de hoje da Interdisciplina seminário Integrador III nos fez este questionamento: “Poste no fórum as perguntas que você tem curiosidade!!!!”


Nossa são tantas curiosidades...

Será que vou conseguir terminar todas as tarefas?
Nossa será que estou indo bem?
O que as professoras estão achando do meu desempenho?
Meu blog está bom?

Uffa nosso dia-a-dia está repleto de interrogações, de curiosidades... Mas resolvi ser TOTALMENTE imediatista perguntando:
Não entendi a proposta?
O que vamos trabalhar hoje na aula presencial?


Imagens: http://derisada.com/wp-content/uploads/2014/08/Curiosidade-matou-o-gato.jpg



terça-feira, 3 de maio de 2016

Musicalidade

Eu canto, tu cantas, ele canta... na Interdisciplina Música na Escola literalmente nós cantamos. Fui indagada sobre “O que conheço por musicalidade?” Bom falar em musicalidade vai alem de sons, notas, batidas... que expressão, exprimem, mostram ou demonstram algo. Vai além de sentir e ouvir e algo que faz parte do meu cotidiano.

A música sempre foi algo muito presente em minha vida... costumo dizer que tenho uma música para cada momento, para cada situação que acontece em minha vida.

Por isso além de ser algo muito feliz por vezes é muito triste e melancólico, por exemplo, ouvir canções de ninar que logo me remetem a lembrança da minha mãe que já não esta mais presente neste plano.


Hoje canto para meus frutos, canto nos momentos felizes, canto para espantar a tristeza;. A música faz parte da minha família não só por ser casada com um DJ, mas também por nossa ancestralidade, achamos de suma importância conhecer diferentes gêneros musicais.

Nas Tramas da Literatura Infantil



Na Interdisciplina: Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem trabalhamos o texto “Nas Tramas da Literatura Infantil: Olhares sobre Personagens “Diferentes”” de Rosa Maria Hessel Silveira, após sua leitura percebi que a literatura não esta inatingível e desonerado do tema podendo inserir verdades, aceitação ou aversão a personagens e situações que habitam as histórias.

O professor deverá cuidar para não realçar diversidade de forma negativa, por vezes os autores abordam brevemente determinado tema sem sanar questões que surgem ao decorrer da leitura.

Elencando em tópicos sinto dificuldade em debater assuntos polêmicos, porque tratar de assuntos delicados além de estar totalmente preparado para abordar o tema, nós educadores temos que ser extremamente cuidadosos primeiramente porque podemos ser interpretados erroneamente, passando assim uma ideia equivocada.


  • Diversidade
  • Preconceitos
  • Estereótipos
  • Responsabilidade
  • Gênero
  • O outro
  • Deficiências

Referência:

Silveira, Rosa Maria Hessel. Nas Tramas da Literatura Infantil: Olhares sobre Personagens “Diferentes”.

http://asboasnovas.com/arquivos/noticias/detalhe/oppina_8152.png