Hoje não esta sendo um bom dia!
Estou um tanto quanto cansadaaaaaa!
A demora nos e resultados das avaliações e as avaliações negativas estão suprimindo minhas energias!
Mas... " ♮ ♫ ♩ ♫ ...Então é Natal...♭ ♪ ♬ "
Tirinha:
https://sindsaudecongresso.files.wordpress.com/2012/08/tira_04_natal_600px1.jpg?w=584&h=168
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Infâncias étnico-raciais
O artigo "A diferença étnico-racial em livros brasileiros escrito por Edgar R. Kirchof, Iara T. Bonin e Rosa M. H. Silveira aborda três tendência ao tratar as questões étnicas raciais na literatura infanto-juvenil: Como lidar com o preconceito; outras tramas com personagens negros; Uma diferença a mais.
Estas abordagens tentam colocar os
personagens negros como personagens principais, eles tentam explicar o porquê
das diferenças de tal personagem; também apresentam os personagens negros em
diferentes tipos de conflitos mas abordando a sua questão ancestral, sua origem
e também as narrativas ensinam a aceitar e se posicionar diante da diversidade étnica.
Referência:
Referência:
KIRCHOF, Edgar; BONIN, Iara, SILVEIRA, Rosa Hessel. A diferença étnico-racial em livros brasileiros para crianças: análise de três tendências. contemporâneas. Revista Eletrônica de Educação, v. 9, n. 2, p. 389-412, 2015.
KIRIKU E A FEITICEIRA
Kiriku é um menino que já falava quando
ainda estava na barriga da
mãe. Na verdade, foi ele quem escolheu seu próprio nome logo que nasceu. Ele
está destinado a libertar uma vila africana de uma feiticeira chamada Karaba,
que secou as fontes de água e sequestra os homens do local. Kiriku vai até o
sábio da montanha, conhecedor do segredo de Karaba, e em seguida parte para
enfrentar a feiticeira.
Essa história faz parte do folclore
africano e fala da determinação na luta pela liberdade. Kiriku nasce para ser
livre, tanto que quando ainda está na barriga da mãe ele diz: "Mãe, dê a
luz a mim!" Segundo o diretor e roteirista, Michel Ocelto, foi também uma
grande oportunidade para mostrar o povo africano e alguns de seus valores.
Fonte: http://criancanegritude.blogspot.com.br/2007/01/cinema-textos.html
terça-feira, 24 de novembro de 2015
A Onda
Filmes... Amo filmes e um exemplo perfeito para exemplificar o comportamento ou melhor experiência (fato verídico) mau sucedida seria “A Onda” onde o professor de história pessoa de personalidade forte resolve fazer um experimento fazer com que seus alunos compreendam como os alemães praticaram crimes tão horríveis.
O professor ilustra a figura de um chefe
autoritário e intimidador que impõe passividade e submissão e facilmente desencadeiam
os mecanismos da psicologia de massas entre adolescentes, mais vulneráveis do
ponto de vista emocional.
Durante uma semana os alunos deveriam
assistir filmes, palestras, debates sobre o nazismo, porém este experimento
foge ao seu controle. A turma dos ditos CDF, tranqüilos em casa se unem e
começam a exigir a ordem dentro da escola indo de encontro com o grupo que
representava a Anarquia.
No primeiro momento "A Onda"
apresenta a melhorias superficiais na postura de alguns alunos mas logo esta
melhoria se transforma em intolerância e agressividade, impossibilitando a vida
sem ódio e segregação.
Percebesse que cada personagem tem uma
motivação que desencadeia suas atitudes como o casal principal, Karo e Marco,
em que, nitidamente, ela é a mais forte. Karo tem pais amorosos, mas liberais
demais, o que a desagrada. Marco sente-se alheio a sua família, na qual não há
pai e a mãe envolve-se com parceiros da idade dele. Procura o modelo de
identidade no pai de Karo. Ela é mandona e Marco se submete de modo passivo;
mostra um abandono talvez primal, refletido em sua insegurança. A personagem
ganha força e poder de decisão, atrelado a descontrole de agressão,
principalmente com Karo, já que, pela primeira vez, surge o desejo de
dominá-la.
Este filme relata que varias situações de
agressividade, violência, homicídios, suicídios, bulling, homofobia etc. no
ambiente escolar porém no final, todos acabam inocentados diante desta
hipnótica corrente mental, percebemos neste filme os mecanismos de defesas como
Racionalização, as justificativas para o comportamento são consistentes e
aceitáveis, e a Identificação os jovens assimilam e se transformam a partir do
modelo apresentado pelo professor e também Desenvolvimento Afetivo
representados pelo casal Karo e Marco citados acima.
Referências:
http://firefoca.com.br/wp-content/uploads/2014/07/die_well_filme_onda.jpg
Escolas Quilombolas
Hoje realizei a tarefa da Interdisciplina
Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica deveríamos pesquisar
experiências escolares alternativas, como estamos no mês da “Consciência Negra”
pesquisei sobre as Escolas Quilombolas tem por finalidade proporcionar o
enfrentamento das desigualdades étnico-raciais nos espaços educacionais após a
institucionalização da Lei Federal 10.639/2003, que altera a LDB estabelecendo
a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na
Educação Básica, permitindo assim a construção de ações e projetos mais
contundentes para valorização da cultura negra brasileira e africana, bem como
da educação quilombola.
Na capital do nosso estado existem
algumas comunidades remanescentes de quilombo a comunidade da Família Silva e
da Família Fidelix e suas respectivas instituições escolares que atendem os
jovens moradores dos quilombos.
No País, existem 49.722 estudantes
matriculados em 364 escolas localizadas em áreas remanescentes de quilombos,
sendo que 62% das matrículas estão concentradas na Região Nordeste. O
levantamento inédito mostra, ainda, que o estado do Maranhão possui mais de 10
mil alunos em 99 estabelecimentos em terras habitadas por descendentes de
africanos, maior número entre todas as unidades da Federação.
Acredito ser esta mais uma manobra
política do que realmente a tentativa pura e sincera de preservar, reconhecer e
valorizar estas comunidades. Atualmente aqui na capital a empresa CARRIS mantém
um ônibus que faz uma rota com estudantes e interessados em conhecer um pouco
dos primeiros locais habitados pelos negros. Neste passeio percebemos o quanto
as elites tentam esconder e empurrar o mais distante possível da zona central
os negros e pobres.
Fonte:
http://portal.mec.gov.br/educacao-quilombola-
https://territorioautonomo.files.wordpress.com/2013/09/gd2-o-lugar-da-educac3a7c3a3o-popular-nos-quilombos-urbanos-de-porto-alegre.pdf
Semana da Consciência Negra
Semana da Consciência Negra, como única representante da cor nas duas escolas que trabalho, adivinhe? Tudo é comigo! Mas gosto...
Como já postei anteriormente aqui, sou
mãe de duas garotinhas lindas e que sou mega, hiper, coruja segue abaixo uma
doce imagem para aliviar o stress das inúmeras leituras, planejamentos de aulas
e correções de avaliações.
O negro reflete a luz do sol e o brilho do luar!
#negraslindas
#salvezumbi
#exaltaçãoasuacultura
Reta final... trabalhos a mil!
Esta sendo
difícil e trabalhoso realizar as tarefas da Interdisciplina de Escolarização Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica.
Admito que as leituras de "A maquinaria escolar", dos sociólogos
espanhóis Julia Varela e Fernando Álvarez-Uría e "(Des)
Encantos da modernidade pedagógica" de Clarice Nunes não foram minhas
favoritas porém escutar o som de Pink Floyd, com o videoclipe de
"Another brick in the wall" e realizar o "Manifesto
dos Educadores e Educadoras Brasileiras do século XXI" em forma de
acróstico suavizaram esta jornada. Segue abaixo o manifesto do nosso grupo...
Queridos governantes falta na...
Estruturação de setores da escola (orientação, supervisão,
etc.);
Bibliotecas atualizadas em todas as escolas com
bibliotecário;
Só com estes e outros itens alcançaremos
uma educação de qualidade.
Dedicação exclusiva de professores;
Usar de modo eficiente o tempo em sala de aula;
Cotas maiores de fotocópias para os professores;
Aos alunos brasileiros adquirir a consciência do que é que
vão fazer na escola;
Çonsciência por parte dos profissionais da educação que atuam
fora das escolas (gestores públicos e profissionais de apoio);
à valorização dos bons professores, e lhes
dar condições decentes de trabalho;
Orientar os pais da necessidade de acompanhar a vida escolar
do filho;
Responsabilizar a família e atrelar os incentivos governamentais ao desempenho escolar do aluno não mais a frequência;
Acabar com a progressão automática;
Sucesso na alfabetização;
Incentivo a leitura;
Laboratórios de ciências e outros ambientes para atividades
diversificadas e específicas (auditórios, teatros, salas de música etc);
Esperança de valorização da educação e que ela esteja no topo
da agenda dos governantes;
Informatizar todos serviços da escola(chamadas, frequência,
biblioteca, documentos, etc) ;
Reduzir o número de alunos por sala;
Ambiente com infraestrutura tecnológica e didática de
altíssima qualidade.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Infância Soft


Simplificando “infância soft” é a
nomenclatura usada para definir o padrão ideal de bebês a serem utilizados pela
mídia, estes bebês são rechonchudos com aspecto angelical outra ora usada nas
telas e esculturas renascentistas cujo corpo é perfeito, de pele rosada de
singela beleza e delicadeza remetem a uma imagem de anjo. São bebês saudáveis e
repletos de dobrinhas com um olhar feliz e sorridente com aquelas carinhas
“fofas”.
Referência:
BORGES, Camila Bettim;
CUNHA Susana Rangel Vieira da. Retratos de uma infância contemporânea: os bebês
nos artefatos visuais. Textura,
v. 17, n. 34, p. 99-111, 2015.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5kQbW8v-I5HcQVCsFzjWyPzqcbY_g8LzCCrLHp1EQZ-hEhVNj-8nlxamQ8096D8CViklA4JlBNJCOCrCvWktSqH1CeXVn-fskmlIPgaGWFhRw1KEbM3TTs3HCiyOIxhEFpPhzJY48O1Y/s1600/BEB%25C3%258A+DA+JOHNSONS+-+CONCURSO+BEB%25C3%258A+JOHNSONS+-+ANOS+70+-+ANTIGOS+CONCURSOS+-007.jpg
O que é Infância pedagogicamente?
Pedagogicamente a infância pode ser
classificada ou simplificada como seres em construção, ou seja, seres que
necessitam, de apoio para se desenvolverem, cabendo ao adulto
zelar pela sua formação e seu desenvolvimento.
JENKS classifica a infância em três tipos: selvagem,
aquelas crianças desprovidas de regras, por isso deve ser controladas e até
mesmo reprimida sendo assim socializada; a natural seria uma criança boa por
natureza, distante da maldade e a criança social ou seja depende da sociedade
sua condução como serão moldadas, podendo ser em virtudes como em maldade.
Fonte:
JENKS,
Chris. Constituindo a criança. Revista Educação, Sociedade e Culturas,
n. 17, 2002. Disponível em: http://www.fpce.up.pt/ciie/revistaesc/ESC17/17-arquivo.pdf
sábado, 31 de outubro de 2015
Filme "Os sinos de Anya"
Que filme lindo, triste, questionador, alertador, etc... Este
filme nos leva a reflexão do que seria este laço de relações chamado “amizade”,
são laços de afinidades e interesses comuns, porém ao assistirmos o filme
percebemos que a verdadeira amizade não vem apenas de um ponto em comum, mas
também pode surgir na tentativa de tentar ajudar, de tentar ser solidário com o
outro.
Esta amizade fortalece mutuamente, eles criam coragem para vencer
os próprios medos, que ajuda na sobrevivência de cada um. No filme a carência
de um supre a do outro e ambos se completam. Fatores incompreendidos por todos
são suprimidos nesta relação sem paramentos sem metas sem projetos e objetivos,
este companheirismo só pode ser encontrado longe de qualquer interesse ou
vantagem. Ajudar o necessitado sem nenhuma pretensão só faz crescer e quem sabe
também ser ajudado.
Porém além do fator amizade e como educadora não posso deixar de
mencionar como é triste deixar de mencionar a professora e como devemos olhar
mil vezes para o aluno dito “problema”. E jamais menospreza-lo, principalmente na
frente dos colegas.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Freud e a sexualidade
Esta semana
estudamos Freud! Em suas pesquisas Freud descobre que a sexualidade vai além
das questões biológicas de procriação. A criança tem certo exibicionismo e
curiosidade relacionada aos órgãos genitais. Percebe-se o prazer seja na
manipulação dos órgãos genitais, na sucção, na defecação entre outros são
alguns exemplos das chamadas práticas perversas.
A amamentação
pode ser um exemplo das primeiras manifestações da sexualidade infantil. O
leite materno e a amamentação ultrapassam a função biológica, nutricional e
desenvolve um contato com o corpo, precisamente com o seio que além de fornecer
leite também fornece prazer.
Referência:
KUPFER, Maria Cristina Machado. Freud e a Educação. O
Mestre do. Impossível. São Paulo, Scipione,
1989.
Simões,
Alexandre. Vídeo A sexualidade a partir da psicanálise. https://www.youtube.com/watch?v=mZ0rV1Ix40Y
Imagem:
http://brasilicus.blogspot.com.br/2012/03/oral-b-be.html
Leitura
Elaborar um texto e postar de primeira é um aprendizado,
mas ter que refazê-lo após a leituras de novos textos, novos debates nos fóruns...aff
E não entendo o porquê?
Gente, realmente tudo se transforma... nada é definitivo
e estático! Se queremos conhecer algo e mudar o mundo temos que LER, acho que
também reler!
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Rotina sufoca...
Bom toda rotina sufoca... mas como não ter uma agenda, como não ter uma tabela do tempo! Os trabalhos estão à todo vapor: São inúmeras leituras, postagens em diferentes ambientes... ora trabalho no moodle daqui a pouco estou no pbworks... e neste exato momento estou aqui! Estou aqui preenchendo lendo... e me organizando!
Polo
|
PORTO ALEGRE
|
Aluna
|
Luciane Soares Xavier
|
DIA/
HORAS
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2ª feira
|
3ª feira
|
4ª feira
|
5ª feira
|
6ª feira
|
Sábado
|
Domingo
|
Observações
|
05-06
|
HP
|
HP
|
HP
|
HP
|
HP
|
DM
|
DM
|
|
06-07
|
FML
|
FML
|
FML
|
FML
|
FML
|
DM
|
DM
|
|
07-08
|
T/D-TR
|
PR-AULA
|
T/D-TR
|
T/D-TR
|
T/D-TR
|
TD
|
FML
|
|
08-09
|
PR-AULA
|
PR-AULA
|
TR
|
PR-AULA
|
TR
|
C
|
FML
|
|
09-10
|
TR
|
PR-AULA
|
TR
|
PR-AULA
|
TR
|
C
|
FML
|
|
10-11
|
TR
|
TD
|
TR
|
TR
|
TR
|
C
|
FML
|
|
11-12
|
TR
|
TD
|
TR
|
TR
|
TR
|
C
|
FML
|
|
12-13
|
OA
|
OA
|
OA
|
OA
|
OA
|
OA
|
OA
|
|
13-14
|
OA
|
T/D-TR
|
T/D-TR
|
OA
|
T/D-TR
|
OA
|
LZ
|
|
14-15
|
TD
|
TR
|
TR
|
TD
|
TR
|
TD
|
LZ
|
|
15-16
|
TD
|
TR
|
TR
|
TD
|
TR
|
TD
|
LZ
|
|
16-17
|
TD
|
TR
|
TR
|
TD
|
TR
|
TD
|
LZ
|
|
17-18
|
EST-PEAD
|
TR
|
TR
|
EST-PEAD
|
TR
|
EST-PEAD
|
LZ
|
|
18-19
|
EST-PEAD
|
T/D
|
T/D
|
EST-PEAD
|
T/D
|
EST-PEAD
|
LZ
|
|
19-20
|
FML
|
FML
|
PEAD-P
|
FML
|
FML
|
FML
|
LZ
|
|
20-21
|
FML
|
FML
|
PEAD-P
|
FML
|
FML
|
FML
|
LZ
|
|
21-22
|
EST-PEAD
|
EST-PEAD
|
PEAD-P
|
EST-PEAD
|
EST-PEAD
|
EST-PEAD
|
OA
|
|
22-23
|
EST-PEAD
|
EST-PEAD
|
PEAD-P
|
EST-PEAD
|
EST-PEAD
|
EST-PEAD
|
OA
|
|
23-24
|
HP
|
HP
|
HP
|
HP
|
HP
|
HP
|
HP
|
|
24-04
|
DM
|
DM
|
DM
|
DM
|
DM
|
DM
|
DM
|
ABREVIATURAS
DM
|
Dormir
|
TD
|
Trabalho Doméstico
|
|
LZ
|
Lazer
|
C
|
Compras
|
|
FML
|
Atendimento a Família
|
O-EST
|
Outros Estudos
|
|
TR
|
Trabalho Remunerado
|
EST-PEAD
|
Estudos PEAD
|
|
TV
|
Trabalho Voluntário
|
PR-AULA
|
Preparo da Aula/ escola
|
|
T/D
|
Transporte/Deslocamentos
|
PEAD-P
|
PEAD Presencial
|
|
HP
|
Higiene Pessoal
|
OA
|
Outras atividades
|
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