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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Laudo Médico X Inclusão


A cada leitura uma nova aprendizagem... foi assim com a leitura da Nota Técnica 04/2014 do MEC/SECADI/DPEE, e a visualização do vídeo da entrevista realizada com o Professor Carlos Skliar:  "o papel da escola, do professor e da educação inclusiva", para a Interdisciplina Educação De Pessoas Com Necessidades Educacionais Especiais que sanou dúvidas que permeavam minha atuação como professora que tem crianças e adolescentes com necessidades especiais com e sem laudo médico.
 
Até o presente momento acreditava ser indispensável um laudo médico não só para incluir uma criança com dificuldades na escola regular, mas também para encaminhá-la para atendimento em sala de recursos por exemplo.



Porém tenho convicção que nem todos na escola têm conhecimento desta nota técnica, observo vários colegas exigindo dos pais um laudo que especifique qual o problema a criança tem, percebo que na maioria das vezes esta exigência não tem como objetivo melhor atender a criança contrariando todo o sentido da inclusão.

Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15898-nott04-secadi-dpee-23012014&category_slug=julho-2014-pdf&Itemid=30192> acesso em 27 set 2017.


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Dia Nacional do Surdo e a Luta pela Inclusão

Ontem dia 26 de setembro foi o Dia Nacional do Surdo e a Luta pela Inclusão, e gostaria de compartilhar este vídeo que assisti em uma palestra e que os palestrantes pessoas surdas colocaram como um sonho para eles.


Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=JEVT6b7zMUQ> acesso em 27 set 2017.

Ao lermos o texto de Ligia Amaral percebemos que a deficiência é uma anormalidade de algum órgão ou sua função, do corpo ou até mesmo da aparência física. Esta inaptidão ocasiona a restrição de alguma atividade.

Esta inaptidão ou incapacidade das pessoas com deficiência causam desconforto para muitas pessoas ao tentarem interagir, o preconceito ainda é atual e principalmente a ausência de sensibilidade para tentar uma proximidade.

Conviver com pessoas diferentes é algo natural visto que todos somos diferentes, porém a singularidade das diferentes deficiências oprimem e restringem o convívio harmonioso de todos.

O sonho deles é ser “Compreendido”, nossa imagina a simplicidade deste sonho. Eles explicaram que muitas vezes nem mesmo a família deles consegue compreende-los, não tem paciência para interpretar e entender o que querem dizer.

Referência:
AMARAL, Lígia Assumpção. Sobre crocodilos e avestruzes: falando das diferenças físicas, preconceitos e superação. In: AQUINO, Julio Groppa (org.). Diferenças e preconceitos na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1998, p. 11-30.


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

DOSSIÊ DA INCLUSÃO

Na
Imagem: <https://gabyyluisa.files.wordpress.com/2011/07/especial2.jpg>


Interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais fomos motivados a realizar um levantamento de dados de inclusivos e percebi dados alarmantes que nós educadores não temos a formação adequada para receber este público.
Minha escola tem aproximadamente quinhentos e trinta (530), destes vinte (20) são devidamente diagnosticados e recebem atendimento especializado na “Sala de Recursos” somos ao todo quarenta e cinco (45) professores e apenas uma professora tem formação em Educação Especial. 
O atendimento na especializado é individual e em grupo, utilizando materiais diferenciados como ferramenta de apoio desses alunos de inclusão.
A professora que trabalha na sala de recursos procura trabalhar em conjunto com os demais professores para desenvolver e concretizar a inclusão desses alunos. Em nossa escola procuramos enfatizar o ensino e sempre procuramos oportunizar novas condições de aprendizagem.
Longe de sanarmos todas as particularidades de cada atendimento, procuramos encontrar um norte. Após as leituras e o levantamento de dados na escola, percebo que nossa escola é carente de professor especializado.
O professor deve estar atento à interação estabelecida entre os alunos com e sem deficiências, promovendo, não só as aprendizagens acadêmicas, como o relacionamento entre eles e o aumento da autoestima da criança com deficiência, auxiliando sua integração na classe. A segregação ou integração depende do tipo de relação estabelecida entre a pessoa com deficiência e aquela que não a apresenta.
E que para uma efetiva inclusão todos ou grande parte do quadro de professores deveria ter uma formação especifica aprimorando suas práticas pedagógicas, revendo suas metodologias, face às particularidades da diversidade.
Pressuponho que assim irá promover o desenvolvimento, contemplando e valorizando as diferenças existentes na sala de aula, visto que cada aluno é um ser único tem suas particularidades, sua bagagem.
Presumo que a escola onde trabalho esteja caminhando para tornar-se um local verdadeiramente que valorize, respeite e desenvolva um trabalho que envolva todos.

Referências:

Rodrigues, Olga Maria Piazentin Rolim. Educação especial: história, etiologia, conceitos e legislação vigente / Olga Maria Piazentim Rolim Rodrigues, Elisandra André Maranhe. In: Práticas em educação especial e inclusiva na área da deficiência mental / Vera Lúcia Messias Fialho Capellini (org.). – Bauru: MEC/FC/SEE, 2008.


Vídeo: História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil, Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M> acesso em 31 ago. 2017.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Inclusão de Deficiente

Hoje posso afirmar que sou desconhecedora de diversos assuntos e tramas que permeiam a educação, após a leitura do texto: “Educação especial: história, etiologia, conceitos e legislação vigente” de Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues e de Assistir o vídeo: História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil, resultou em noções a respeito deste tema, que certamente devem ser aperfeiçoadas.
O movimento de inclusão provocou indispensáveis e significativos debates a respeito do ensino oferecido para todos inclusive aos deficientes. E que os procedimentos pedagógicos proporcionem o desenvolvimento cognitivo de todos, incluindo e principalmente aumentando as expectativas associadas à aprendizagem.
Historicamente não percebemos soluções significativas, mas encontramos um norte para reflexões. As políticas públicas deveriam, ou melhor, tem a obrigação de planejar, preparar e estabelecer sistemas educacionais inclusivos efetivamente, visto que a escola é um espaço essencial e de destaque para conciliar a diversidade e construção da cidadania.
Neste momento percebo que a inclusão proporciona aos educadores não só analisar, mas também aprimorar suas práticas pedagógicas, revendo suas metodologias, face às particularidades da diversidade. Propiciando e promovendo o desenvolvimento, contemplando e valorizando as diferenças existentes na sala de aula, visto que cada aluno é um ser único tem suas particularidades, sua bagagem.
Fornecer as mesmas oportunidades e as mesmas condições não só de desenvolvimento, mas também de aprendizagem é a Incumbência da inclusão escolar. Tornar todos os alunos seres independentes e autônomos, independente de possuírem ou não alguma deficiência ou descenderem de raças diferentes.
Outro ponto marcante é que devemos nos opor a educação tradicional, principalmente no que tange a forma e o ritmo de aprendizagem, visto que a diferença deve ser valorizada na sala de aula. A valorização das diferenças e o respeito à diversidade ocasionam significativas e importantes transformações para todos dentro e fora da escola, esta transformação será não somente pedagógica, mas também cultural e social.
Finalizando a inclusão continua enfrentando incontáveis barreiras e ainda tem um imenso percurso a cruzar, mas é latente a urgência em preparar a escola para receber as diferenças. Que a escola seja um local que efetivamente valorize, respeite e desenvolva um trabalho que abrace todos.

Referência:

Imagem disponível em: <https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjB4RZmwa-Q9fAZmu3xLH8A4543h4wXgzNwI2gDBW2u1RTl4uJaCQYm8uwjOAvzM-86QvJRtEctAo5A72vG6WazDthVkAuUyldScAmTXNuvlNKGWHe1i9JsUJtB5V5Mg6Na3sFYYEEG8qBj/s1600/diagrama%C3%A7%C3%A3o+1.png> acesso em 05 de Set. 2017.

Vídeo: História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil. Disponível no Youtube: <https://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M> acessado em: 04 set. 2017.


Rodrigues, Olga Maria Piazentin Rolim. Educação especial: história, etiologia, conceitos e legislação vigente / Olga Maria Piazentim Rolim Rodrigues, Elisandra André Maranhe. In: Práticas em educação especial e inclusiva na área da deficiência mental / Vera Lúcia Messias Fialho Capellini (org.). – Bauru: MEC/FC/SEE, 2008.