quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Dia Nacional do Surdo e a Luta pela Inclusão

Ontem dia 26 de setembro foi o Dia Nacional do Surdo e a Luta pela Inclusão, e gostaria de compartilhar este vídeo que assisti em uma palestra e que os palestrantes pessoas surdas colocaram como um sonho para eles.


Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=JEVT6b7zMUQ> acesso em 27 set 2017.

Ao lermos o texto de Ligia Amaral percebemos que a deficiência é uma anormalidade de algum órgão ou sua função, do corpo ou até mesmo da aparência física. Esta inaptidão ocasiona a restrição de alguma atividade.

Esta inaptidão ou incapacidade das pessoas com deficiência causam desconforto para muitas pessoas ao tentarem interagir, o preconceito ainda é atual e principalmente a ausência de sensibilidade para tentar uma proximidade.

Conviver com pessoas diferentes é algo natural visto que todos somos diferentes, porém a singularidade das diferentes deficiências oprimem e restringem o convívio harmonioso de todos.

O sonho deles é ser “Compreendido”, nossa imagina a simplicidade deste sonho. Eles explicaram que muitas vezes nem mesmo a família deles consegue compreende-los, não tem paciência para interpretar e entender o que querem dizer.

Referência:
AMARAL, Lígia Assumpção. Sobre crocodilos e avestruzes: falando das diferenças físicas, preconceitos e superação. In: AQUINO, Julio Groppa (org.). Diferenças e preconceitos na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1998, p. 11-30.


Educação e Diversidade

No dia 19 de setembro participei do “VI Seminário Educação e Diversidade” no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul - Câmpus Restinga, este seminário foi organizado pelo Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE), o evento teve como tema o "Mundo do trabalho e Pessoas com deficiência".

 

Durante o dia todo ocorreram apresentações de painéis, apresentação de dança, palestra, rodas de conversas, cine debate e divulgação das ações afirmativas relacionadas ao NAPNE.

 

Foi um evento de grande aprendizagem e reflexão, que levaram a lagrimas, sorrisos e admiração. Uma frase do palestrante Prof. Gilberto de Lima Garcias me marcou muito “Até quando precisaremos falar de inclusão?”, acredito que por muito tempo, ou até quando não exista mais inclusão, ou seja, quando todos viverem em harmonia sem rótulos ou distinção.

Aprendi que a inclusão é algo dolorido, difícil onde crianças e adolescentes passam por grandes traumas não só no ambiente escolar, mas também na família e no mercado de trabalho.

Ouvi relatos absurdos de jovens que buscam apenas seu lugar na sociedade, relatos doidos de abuso e de indiferença, porém lá no fim do túnel aparecem alguns relatos de superação de ajuda e de um olhar amigo.















quarta-feira, 20 de setembro de 2017

DOSSIÊ DA INCLUSÃO

Na
Imagem: <https://gabyyluisa.files.wordpress.com/2011/07/especial2.jpg>


Interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais fomos motivados a realizar um levantamento de dados de inclusivos e percebi dados alarmantes que nós educadores não temos a formação adequada para receber este público.
Minha escola tem aproximadamente quinhentos e trinta (530), destes vinte (20) são devidamente diagnosticados e recebem atendimento especializado na “Sala de Recursos” somos ao todo quarenta e cinco (45) professores e apenas uma professora tem formação em Educação Especial. 
O atendimento na especializado é individual e em grupo, utilizando materiais diferenciados como ferramenta de apoio desses alunos de inclusão.
A professora que trabalha na sala de recursos procura trabalhar em conjunto com os demais professores para desenvolver e concretizar a inclusão desses alunos. Em nossa escola procuramos enfatizar o ensino e sempre procuramos oportunizar novas condições de aprendizagem.
Longe de sanarmos todas as particularidades de cada atendimento, procuramos encontrar um norte. Após as leituras e o levantamento de dados na escola, percebo que nossa escola é carente de professor especializado.
O professor deve estar atento à interação estabelecida entre os alunos com e sem deficiências, promovendo, não só as aprendizagens acadêmicas, como o relacionamento entre eles e o aumento da autoestima da criança com deficiência, auxiliando sua integração na classe. A segregação ou integração depende do tipo de relação estabelecida entre a pessoa com deficiência e aquela que não a apresenta.
E que para uma efetiva inclusão todos ou grande parte do quadro de professores deveria ter uma formação especifica aprimorando suas práticas pedagógicas, revendo suas metodologias, face às particularidades da diversidade.
Pressuponho que assim irá promover o desenvolvimento, contemplando e valorizando as diferenças existentes na sala de aula, visto que cada aluno é um ser único tem suas particularidades, sua bagagem.
Presumo que a escola onde trabalho esteja caminhando para tornar-se um local verdadeiramente que valorize, respeite e desenvolva um trabalho que envolva todos.

Referências:

Rodrigues, Olga Maria Piazentin Rolim. Educação especial: história, etiologia, conceitos e legislação vigente / Olga Maria Piazentim Rolim Rodrigues, Elisandra André Maranhe. In: Práticas em educação especial e inclusiva na área da deficiência mental / Vera Lúcia Messias Fialho Capellini (org.). – Bauru: MEC/FC/SEE, 2008.


Vídeo: História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil, Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M> acesso em 31 ago. 2017.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Inclusão de Deficiente

Hoje posso afirmar que sou desconhecedora de diversos assuntos e tramas que permeiam a educação, após a leitura do texto: “Educação especial: história, etiologia, conceitos e legislação vigente” de Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues e de Assistir o vídeo: História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil, resultou em noções a respeito deste tema, que certamente devem ser aperfeiçoadas.
O movimento de inclusão provocou indispensáveis e significativos debates a respeito do ensino oferecido para todos inclusive aos deficientes. E que os procedimentos pedagógicos proporcionem o desenvolvimento cognitivo de todos, incluindo e principalmente aumentando as expectativas associadas à aprendizagem.
Historicamente não percebemos soluções significativas, mas encontramos um norte para reflexões. As políticas públicas deveriam, ou melhor, tem a obrigação de planejar, preparar e estabelecer sistemas educacionais inclusivos efetivamente, visto que a escola é um espaço essencial e de destaque para conciliar a diversidade e construção da cidadania.
Neste momento percebo que a inclusão proporciona aos educadores não só analisar, mas também aprimorar suas práticas pedagógicas, revendo suas metodologias, face às particularidades da diversidade. Propiciando e promovendo o desenvolvimento, contemplando e valorizando as diferenças existentes na sala de aula, visto que cada aluno é um ser único tem suas particularidades, sua bagagem.
Fornecer as mesmas oportunidades e as mesmas condições não só de desenvolvimento, mas também de aprendizagem é a Incumbência da inclusão escolar. Tornar todos os alunos seres independentes e autônomos, independente de possuírem ou não alguma deficiência ou descenderem de raças diferentes.
Outro ponto marcante é que devemos nos opor a educação tradicional, principalmente no que tange a forma e o ritmo de aprendizagem, visto que a diferença deve ser valorizada na sala de aula. A valorização das diferenças e o respeito à diversidade ocasionam significativas e importantes transformações para todos dentro e fora da escola, esta transformação será não somente pedagógica, mas também cultural e social.
Finalizando a inclusão continua enfrentando incontáveis barreiras e ainda tem um imenso percurso a cruzar, mas é latente a urgência em preparar a escola para receber as diferenças. Que a escola seja um local que efetivamente valorize, respeite e desenvolva um trabalho que abrace todos.

Referência:

Imagem disponível em: <https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjB4RZmwa-Q9fAZmu3xLH8A4543h4wXgzNwI2gDBW2u1RTl4uJaCQYm8uwjOAvzM-86QvJRtEctAo5A72vG6WazDthVkAuUyldScAmTXNuvlNKGWHe1i9JsUJtB5V5Mg6Na3sFYYEEG8qBj/s1600/diagrama%C3%A7%C3%A3o+1.png> acesso em 05 de Set. 2017.

Vídeo: História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil. Disponível no Youtube: <https://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M> acessado em: 04 set. 2017.


Rodrigues, Olga Maria Piazentin Rolim. Educação especial: história, etiologia, conceitos e legislação vigente / Olga Maria Piazentim Rolim Rodrigues, Elisandra André Maranhe. In: Práticas em educação especial e inclusiva na área da deficiência mental / Vera Lúcia Messias Fialho Capellini (org.). – Bauru: MEC/FC/SEE, 2008.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Real X Virtual

Imagem disponível em: <https://i.ytimg.com/vi/mQo8uzVI29s/hqdefault.jpg> acesso em 04 set. 2017.
Ao assistir ao vídeo "O impacto das redes sociais na vida das pessoas" de Leandro Karnal para a Interdisciplina Filosofia da Educação, ficou marcante em sua fala a bipolaridade das redes sociais, ele aponta que “todo bônus tem seu ônus e todo ônus tem seu bônus”.
Acredito que o ônus está relacionado a velocidade ou seja tudo está num click ou melhor dizendo a um post. Através das redes sociais as pessoas se aproximam nem que seja apenas virtualmente, mas também tem uma facilidade de deletar e/ou bloquear quem não lhe agrada. HÜHNE, diz que: “...o ato de ler, que é um ato de concentração, exige distanciamento e reflexão. É um ato que só se realiza mediante os procedimentos lógicos de análise, síntese, interpretação, juízo crítico”.
Talvez esteja um fator que seja prejudicado com as redes sociais, a velocidade e a quantidade gigantesca de postagens, comentários e compartilhamentos por vezes propiciem uma interpretação e percepção errônea da real intenção ou até mesmo da conduta comportamental dos indivíduos.
Outros ônus adicionais imputados as redes sociais é a dissipação da fofoca que ao fazer detração perde-se a autoria, ou seja, quem deflagrou tal boato, além proliferação do ódio e da discriminação. HÜHNE ao fazer correspondência a um professor de filosofia: "a inteligência humana é lenta", esclarece:
Isto pode significar que passamos por um lento processo intelectual até vencermos os obstáculos pessoais e culturais e alcançarmos a exata compreensão de uma mensagem. Esta nem sempre se mostra de imediato no momento da comunicação. E necessário da nossa parte um espaço de tempo para que possamos decodificar, assimilar, o que foi revelado no texto.

            Nem sempre assimilamos o que outrem deseja proferir, especialmente por que para muitos a vida verdadeira real, vida social e principalmente os relacionamentos interpessoais estão sendo sucedidos preferencialmente pela existência virtual. E nem sempre o que está sendo escrito, ilustrado é o que realmente é sentido. E para auxiliarmos está a crítica que segundo CHAUÌ:
O que interessa para a crítica não é o que está explicitamente pensado, explicitamente dito, mas exatamente aquilo que não está sendo dito, e que, muitas vezes, nem sequer está sendo pensado de maneira consciente. Ou seja, a tarefa da crítica é fazer falar o silêncio, colocar em movimento um pensamento que possa desvendar todo o silêncio contido em outros pensamentos, em outros discursos.

Portanto o impacto das redes sociais na vidas das pessoas seja alarmante pois o contato virtual para muitos é superior e está é uma percepção de vida diferente porem natural para esta nova geração.

Referências:

CHAUÌ, Marilena. O Papel da Filosofia na Universidade. Cadernos SEAF, nº 1

HÜHNE, Leda Miranda (Org.). O ato de estudar. In: Metodologia Científica. 4ª ed. Rio de Janeiro, Agir, 1990.

Karnal, Leandrro. Vídeo: O impacto das redes sociais na vida das pessoas. Programa Ponto a Ponto - Band News 20/03/2017. Youtube. Disponível em < https://www.youtube.com/watch?v=2EkrD3eNe5c>. Acesso em: 04 set. 17.


domingo, 3 de setembro de 2017

Eixo IV

Que maravilha estudar, aprender, interagir e principalmente socializar, nossa primeira aula presencial reuniu todos estes elementos aliceradores essenciais para a construção de educadores comprometidos.
Na Interdisciplina Seminário Integrador IV debatemos importantes mazelas da interdisciplina, foi realizada uma dinâmica. Nos reunimos em pequenos grupos para discutir sobre situações/vivências/experiências que envolvessem diversidade e preconceito no âmbito pessoal, após escolhemos uma situação debatida/escolhida para representar em um desenho e narrativa (nossa em questão de segundos inúmeras narrativas surgiram), na apresentação também apontamos uma lista de certezas e dúvidas sobre o que elas consideram sobre diversidade e preconceito.




Logo em seguida passamos para a Interdisciplina Questões étnico-raciais na Educação: Sociologia e História como não poderia ser diferente considerando as professoras maravilhosas da interdisciplina (Larissa e Aline) realizamos uma dinâmica na qual ouvimos. A dinâmica reuniu vários trechos de escritores como: Carolina Maria de Jesus e Caio Fernando Abreu realizamos a leitura como um sarau, atividade reflexiva e intensa.

 

 




Li este trecho que me inspirou em outro:

“Escrevo a miséria e a vida infausta dos favelados. Eu era revoltada, não acreditava em ninguém. Odiava os políticos e os patrões, porque o meu sonho era escrever e o pobre não pode ter ideal nobre. Eu sabia que ia angariar inimigos, porque ninguém está habituado a esse tipo de literatura. Seja o que Deus quiser. Eu escrevi a realidade.”
Carolina Maria de Jesus, Quarto de despejo, 1960.













"Antigamente o que oprimia o homem era a palavra calvário; hoje é salário.” 

Referências:
Disponível em: <http://folhadepoesia.blogspot.com.br/2016/07/carolina-maria-de-jesus.html> acesso em 03 set 2017.
Disponível em: <https://www.facebook.com/poetasergio.vaz2/photos/a.355610741185016.85667.354571867955570/1067477026665047/?type=3> acesso em 03 set 2017.
Disponível em: <https://www.traca.com.br/capas/583/583131.jpg> acesso em 03 set 2017








sábado, 26 de agosto de 2017

Aprendizagem

Final de férias, inicio de um novo ciclo, um novo semestre. Quando poderíamos imaginar que com um piscar de olhos estaríamos aqui no Eixo VI, foram tantas situações, medos, anseios, desafios e principalmente aprendizagens.
Por falar em aprendizagens ao acessar o moodle logo na primeira tarefa da Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II fomos convidados a discutir sobre aprendizagem.
O que é aprendizagem?
Aprendizagem uma palavra com muitos significados que nos acompanha desde o nascimento. O nosso primeiro suspiro, nossa primeira alimentação, nossos primeiros passos. Aprendizagem é um desenvolvimento de habilidades, conhecimentos e comportamentos obtidos e alterados, que podem ocorrer por meio de estímulo e impulso.

Imagem: https://www.pensador.com/frase/MTY1NDUwMw/


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Rumo ao Eixo VI

Nossa este semestre passou voando! Não sei se foi porque todas as interdisciplinas foram intensas ou se efetivamente consegui relacionar minhas aprendizagens com minha prática escolar.O que sei é que a cada semestre aprendo mais, e percebo gradativamente uma mudança em minhas práticas escolares.
O workshop do Eixo V, foi um momento de troca maravilhoso, consegui conhecer um pouco do universo escolar de outras colegas.
Ficou claro que em nosso estado as escolas necessitam de mudanças drásticas urgentemente.
Agradeço a todos os dias, porque estou lotada numa escola onde a Gestão é Democrática e as relações interpessoais são harmônicas.
Neste post também vou agradecer todos que estão me apoiando e ajudando nesta trajetória.
Gratidão:
Ao meu marido e minhas filhas pelo apoio ajuda e paciência. Obrigada pelo carinho e por me trazerem paz na correria de cada semestre.
Aos tutores Glauber e Maria Rosane pela dose de incentivo, mensagens motivadoras e a dedicação;
As professoras Mariangela e Rosane pelo socorro imediato me proporcionando o conhecimento não apenas racional, mas a afetividade da educação no processo de formação profissional;  As colegas Daiane, Lizandra e Patricia pelas alegrias, tristezas, dores, aprendizagens compartilhadas. Com vocês, as pausas entre um parágrafo e outro de postagens, sínteses e reflexões melhoram tudo o que tenho produzido.

Rumo ao Eixo VI!

Foco, Força e Fé!

quarta-feira, 12 de julho de 2017

A escola é nossa!

Na disciplina Organização do Ensino Fundamental estudamos sobre a cooperação dos diferentes segmentos da comunidade escolar, e como as relações horizontais contribuem para institucionalizar uma cultura organizacional democrática.
Percebi que a participação de professores, alunos, funcionários, pais e comunidade no processo de tomada de decisões são de grande valia para êxito das deliberações. E estas cooperações são fundamentais para resoluções de problemas, estabelecendo uma maneira de aprimorar o funcionamento da escola.
Compreendi que o gestor escolar deve visar à gestão democrática, sendo um mediador e estimulador, sendo um mediador de transformações, incentivando, convocando e mediando a comunicação/relação de todos envolvidos na escola.
Uma gestão tida como democrática valoriza o envolvimento da comunidade na tomada de decisões, impulsionando um trabalho coletivo. Fazendo com que cada um perceba sua importância na tomada de decisões para transformação deste ambiente.
A efetiva participação dos vários segmentos (alunos, pais, professores e servidores) representados na escola pelas as instâncias colegiadas (Conselho Escolar, Grêmio Estudantil, CPM, Conselho de Classe) culmina numa gestão democrática, participando ativamente de todas as ações, tomada de decisões e desenvolvendo a consciência social e conquistando uma escola pública de qualidade. Percebemos que quando há envolvimento este trabalho é valorizado e respeitado por toda comunidade escolar.

Segundo Veiga (1998, p.113):
Podemos considerar que a escola é uma instituição na medida em que a concebemos como a organização das relações sociais entre os indivíduos dos diferentes segmentos, ou então como o conjunto de normas e orientações que regem essa organização. (...) Por isso torna-se relevante as discussões sobre a estrutura organizacional da escola, geralmente composta por conselho Escolar e pelos conselhos de Classe que condicionam tanto sua configuração interna, como o estilo de interações que estabelece com a comunidade.

Entendi que o conselho escolar é fundamental no processo de sua construção e constituição da escola democrática. Passando por momentos de vivências coletivas, nas quais não somente se discuta o significado de um órgão colegiado para a organização político-pedagógica da escola, mas também se defina o tipo de homem, de educação e de sociedade que se deseja construir.
Logo, é necessário pensar em meios e estratégias que garantam estudos e debates, seminários, encontros, assembléias com os diversos segmentos componentes da comunidade escolar, para que o processo de construção do conselho seja antecipado de condições possibilitadoras da compreensão teórico-prática e política que explicitem a sua necessidade (PEREIRA FILHO, 1996).
Concluí que o ensino a distância (EaD), veio de encontro com a nova reconfiguração do modo de ensinar e aprender, bem como a relação professores e alunos. A inserção das novas tecnologias, aprender deixou de ser uma forma de “decorar”, visto que as informações estão a um click. Perante isso, é extremamente necessário que os professores compreendam e se amoldem a esta nova metodologia de ensinoaprendizagem. A construção do conhecimento deve ser mediada pelo professor, formando um cidadão autônomo, crítico e criativo.
Imagem <https://loja.grupoa.com.br/uploads/midia/20160707044741_Recreio.jpg>

Referências

AIRROS, M. S.; SILVA, M. B. G. Projeto político pedagógico e regimento escolar: espaços para a construção de uma escola pública democrática. Disponível em: <https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2010296/mod_resource/content/2/PPP.pdf> acessado em: 09 jun 2017.

APPLE, Michael W. Conhecimento Oficial: a educação democrática numa era conservadora. Petrópolis: Vozes, 1999.

LIMA, Iana Gomes de. O Sistema Estadual de Avaliação Participativa na educação estadual do Rio Grande do Sul: contribuições para o desenvolvimento de uma gestão escolar democrática. Disponível em <https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2027865/mod_resource/content/1/O%20Sistema%20Estadual%20de%20Avalia%C3%A7%C3%A3o%20Participativa%20na%20educa%C3%A7%C3%A3o.pdf> Acesso em 27 de jun de 2017.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Filme/vídeo: A construção do Projeto Político Pedagógico da escola. TV Paulo Freire. 2007.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (org) Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 14ª edição Papirus, 2002.


PEREIRA FILHO, J. C. Gestão democrática: processo de criação dos conselhos escolares nas unidades de ensino de Fortaleza. In: Anais do 1o Simpósio Regional de Administração da Educação do Nordeste. Gestão e Participação. Fortaleza, 1996.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Avaliação Democrática


Após meu ingresso no Pead passei a observar melhor as questões referentes a avaliação, aprovação dos alunos do ensino fundamental anos iniciais na Escola Estadual de Ensino Fundamental Duque de Caxias possui turmas do 1º ao 9º ano, nós professores do “área” ou seja dos anos finais do ensino fundamental do 6º ao 9º ano sempre culpávamos pelos alunos que recebíamos.

Hoje sei que na escola os alunos dos anos iniciais são avaliados de diferentes maneiras e situações e recebem trimestralmente um “Parecer Descritivo” do aluno que só é concluído após uma espécie de conselho de classe formado pela Orientação Educacional, Supervisão Escolar e o professor. Nesse parecer, os professores têm prudência de não usar palavras negativas, que desqualifiquem a possibilidade que o aluno tem de aprender, buscando ser o mais especifico possível.

Considero que nossa escola está num processo democrático e participativo e percebo nitidamente ao final de cada trimestre: Desde a construção coletiva de PPP da Escola, que necessita de alguns ajustes bem como a reformulação do nosso Regimento Escolar e, porém o nosso Processo de Avaliação, ainda não está totalmente democrático.


Mesmo a escola estando de portas abertas para toda a comunidade escolar e o estimulo da nossa gestora e da supervisão escolar a efetiva participação do CPM e do Conselho Escolar, que vem promovendo muitas melhorias físicas para a Escola, porém no que tange avaliação não há uma concreta participação.

Percebi com os aprendizados que o aluno deve ser avaliado como único, e principalmente que devemos respeitar seu ritmo, reconhecendo e valorizando suas conquistas, além de procurar trabalhar concretamente os conteúdos e envolvendo as famílias nesse seguimento de construção do conhecimento de seus filhos.

Neste quesito falta um grande caminho a percorrer, por que muitos professores são resistentes e receosos a supostas críticas relacionadas as suas metodologias e principalmente aos seus saberes, além de afetar sua zona de conforto, também atinge sua comodidade e a sua vaidade pessoal, distanciando-se dos pressupostos da gestão democrática, e por um trabalho docente cada vez mais individualizado, o que também impacta no caráter democrático e na qualidade da educação (APPLE, 1999).

Na disciplina Organização do Ensino Fundamental estamos debatendo sobre a cooperação dos diferentes segmentos da comunidade escolar, porém considero se tratando de avaliação uma UTOPIA. Os pais podem "participar" de muitos momentos do processo, nas reuniões de pais, projetos, festividades, reformas, manutenção. Mas ainda não tem esta abertura para defenderem suas ideias no do processo de educação dos filhos, porém os avanços são mínimos.

Referência:
APPLE, Michael W. Conhecimento Oficial: a educação democrática numa era conservadora. Petrópolis: Vozes, 1999.

LIMA, Iana Gomes de. O Sistema Estadual de Avaliação Participativa na educação estadual do Rio Grande do Sul: contribuições para o desenvolvimento de uma gestão escolar democrática. Disponível em <https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2027865/mod_resource/content/1/O%20Sistema%20Estadual%20de%20Avalia%C3%A7%C3%A3o%20Participativa%20na%20educa%C3%A7%C3%A3o.pdf> Acesso em 27 de jun de 2017.

Imagens disponíveis em: <http://estudandopos.blogspot.com.br/2014/05/vivencia-em-gestao-escolar-democratica.html> Acesso em 27 de jun de 2017.


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Gestão Democrática

GESTÃO DEMOCRÁTICA

Para uma gestão democrática efetiva no âmbito escolar é necessário que a escola tenha: Conselho escolar, a Associação de pais e mestres, Grêmio estudantil, pois eles garantem a participação, descentralização do poder e a busca por uma educação de qualidade. O termo “gestão democrática da escola pública” foi legalizada pela Constituição Federal de 1988 (inciso VI do artigo 206) e referendada posteriormente pela LDB 9.394/96 (inciso VIII do artigo 3).
Uma gestão tida como democrática valoriza o envolvimento da comunidade na tomada de decisões, impulsionando um trabalho coletivo. Na escola em que trabalho o Conselho Escolar atende as quatro funções básicas deliberativa, consultiva, fiscal e mobilizadora. Porém a que ainda não obtém êxito total é na mobilizadora, pois pretende agregar maior participação dos pais.
A efetiva participação dos vários segmentos (alunos, pais, professores e servidores) representados na escola pelas as instâncias colegiadas (Conselho Escolar, Grêmio Estudantil, CPM, Conselho de Classe) culmina numa gestão democrática, participando ativamente de todas as ações, tomada de decisões e desenvolvendo a consciência social e conquistando uma escola pública de qualidade. Percebo que quando há envolvimento este trabalho é valorizado e respeitado por toda comunidade escolar.
Segundo Veiga (1998, p.113):
                                      Podemos considerar que a escola é uma instituição na medida em que a concebemos como a organização das relações sociais entre os indivíduos dos diferentes segmentos, ou então como o conjunto de normas e orientações que regem essa organização. (...) Por isso torna-se relevante as discussões sobre a estrutura organizacional da escola, geralmente composta por conselho Escolar e pelos conselhos de Classe que condicionam tanto sua configuração interna, como o estilo de interações que estabelece com a comunidade.

Estimular a gestão democrática da escola requer tempo, paciência, diálogo e respeito para a concretização de cada passo do processo de discussão e decisão. Inicialmente poderá significar mais trabalho, porém à medida que mais pessoas participarem deste processo de cooperação, a tendência e diminuir o volume de trabalho.

Referência:

GALINA, Irene de Fátima. Instâncias colegiadas: espaços de participação na gestão democrática da escola pública. Disponível em: < https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2022667/mod_resource/content/1/Espa%C3%A7os%20de%20Gest%C3%A3o%20Democr%C3%A1tica%20na%20Escola%20P%C3%BAblica.pdf> Acesso em 26 de junho de 2017.
Imagem disponível em: <https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4nHoErwqzElUPU_0U8qGe3d1dUudTxc0wIwzkQJ5ui7kWfGCB26-wPSnwGh33-Zi1u0ghMBRihV2nJ-PeYCSnznztTyi8GwtqXUKzGjo7-9zBxzQ35KheCuEBN6isahc2MMp4VyTOIUpZ/s1600/grafico.JPG> acesso em 26 de junho de 2017.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Organização X Estrutura X Competência X Instâncias


Minha escola é estadual, regida pela Lei Nº 6.672, DE 22 DE ABRIL DE 1974. (atualizada até a Lei n.º 14.166, de 27 de dezembro de 2012) - Estatuto e Plano de Carreira do Magistério Público do Rio Grande do Sul. A progressão na carreira se dá mediante promoções alternadas por merecimento e antiguidade. E o regime normal de trabalho dos cargos do Quadro de Carreira do Magistério Público Estadual é o de vinte e duas horas semanais, cumpridas em um único turno em unidade escolar ou órgão.
Sempre que as necessidades do ensino o exigirem poderá o Secretário de Estado da Educação e Cultura convocar o membro do Magistério, integrante do Quadro de Carreira, para prestar serviço em regime especial de 30 (trinta) horas semanais, a serem cumpridas em 1 (um) ou 2 (dois) turnos em unidade escolar ou órgão do Sistema Estadual de Ensino; ou em regime especial de 40 (quarenta) horas semanais, cumpridas em 2 (dois) turnos em unidade ou órgão do Sistema Estadual de Ensino. O número de horas semanais, dos regimes previstos no artigo será reduzido quando se tratar de trabalho noturno. O membro do Magistério convocado para regime especial de trabalho poderá ser desconvocado, ou ter o horário reduzido de quarenta para trinta horas semanais, se o solicitar, salvo nos casos de acúmulo ou de convocação temporária para a execução de programas de ensino voltados para a erradicação do analfabetismo, com prazo de duração pré-estabelecido, em que a desconvocação será “ex-officio”.
No ato de convocação temporária, constará o período da mesma, que será, obrigatoriamente, idêntico ao programa de ensino a ser desenvolvido. Serão automáticas a convocação e a desconvocação Aos regimes de trabalho de trinta e três e de quarenta e quatro horas corresponderá uma gratificação igual a, respectivamente, cinqüenta por cento e cem por cento do vencimento do membro do Magistério, que continuará a ser percebida sempre que o afastamento do exercício profissional for com vencimento.
Os proventos dos membros do magistério que, por ocasião de sua aposentadoria, se encontrarem em regime de trinta e três ou de quarenta e quatro horas, serão calculados incluindo a respectiva gratificação desde que o membro do magistério haja completado cinco anos consecutivos ou dez intercalados de exercício em um desses regimes.
O professor poderá, a pedido, ter o número de horas/aula semanais reduzido progressivamente em função da idade e do tempo de efetivo exercício no Magistério Público Estadual.
O regime de colaboração entre o MEC, estados e municípios é regulada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (9.394/96), Arts. 8º ao 11.
Art. 8º. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino.
§ 1º. Caberá à União a coordenação da política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais.
§ 2º. Os sistemas de ensino terão liberdade de organização nos termos desta Lei.
Art. 9º. A União incumbir-se-á de:
I - elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;
II - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais do sistema federal de ensino e o dos Territórios;
III - prestar assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios para o desenvolvimento de seus sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escolaridade obrigatória, exercendo sua função redistributiva e supletiva;
IV - estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar formação básica comum;
Art. 10º. Os Estados incumbir-se-ão de:
I - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino;
II - definir, com os Municípios, formas de colaboração na oferta do ensino fundamental, as quais devem assegurar a distribuição proporcional das  responsabilidades, de acordo com a população a ser atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma dessas esferas do Poder Público;
III - elaborar e executar políticas e planos educacionais, em consonância com as diretrizes e planos nacionais de educação, integrando e coordenando as suas ações e as dos seus Municípios;
IV - autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os estabelecimentos do seu sistema de ensino;
V - baixar normas complementares para o seu sistema de ensino;
VI - assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio a todos que o demandarem, respeitado o disposto no art. 38 desta lei. (redação dada pela Lei nº 12.061, de 2009)
VII – assumir o transporte escolar dos alunos da rede estadual (Incluído pela Lei nº 10.709, de 2003)
Art. 11º. Os Municípios incumbir-se-ão de:
I - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e planos educacionais da União e dos Estados;
II - exercer ação redistributiva em relação às suas escolas;
III - baixar normas complementares para o seu sistema de ensino;
IV - autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino;
V - oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade, o ensino fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino.
§. Os Municípios poderão optar, ainda, por se integrar ao sistema estadual de ensino ou compor com ele um sistema único de educação básica.
VI – assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal (Incluído pela Lei nº 10.709, de 31.7.2003).

Em nosso estado possuímos o Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul – CEEd/RS que exerce uma função estratégica por se tratar de Órgão fiscalizador, consultivo, deliberativo e normativo do Sistema Estadual de Ensino. Para fazer frente a novas demandas, os segmentos da comunidade escolar e setores que de alguma maneira se envolvem com Educação têm assento no Conselho, assim como o Poder Executivo em ampla representatividade democrática que possibilita debates e, portanto, encaminhamentos mais próximos das necessidades da comunidade escolar.
E em nível municipal existe O Conselho Municipal de Educação de Porto Alegre (CME/POA), instituído pela Lei Complementar número 248, de 23 de janeiro de 1991, é o órgão consultivo, deliberativo, normativo e fiscalizador do Sistema Municipal de Ensino. Para a elaboração de seus pronunciamentos (resoluções, pareceres, e indicações) o Conselho estabelece diálogo com a sociedade local por intermédio dos representantes das entidades que o compõem e da participação nos diversos fóruns que discutem Educação no Município, propondo o conhecimento da realidade e a reflexão sobre esse conhecimento numa perspectiva de construção de novos cenários para a educação em Porto Alegre.
Sintetizando estes Conselhos de Educação deveriam fiscalizar, propor e representar os cidadãos perante as questões relacionadas a educação tornando a educação democrática e participativa.
Na verdade, o princípio da gestão democrática, expresso em ações como descentralização, autonomia das escolas, racionalização dos recursos financeiros, participação dos integrantes da escola na gestão, participação dos pais, acabou sendo assumido, com diferentes significados e motivações, tanto por setores da esquerda quanto os neoliberais. Para setores expressivos da esquerda, essas ações, a par de significarem um efetivo esforço da sociedade civil em retomar a democracia, significou uma reação extremada às formas de gestão autoritária do regime militar. Em razão dessa marca anti-autoritária, difundiu-se como característica absoluta da gestão das escolas o lema da participação. Do lado das iniciativas governamentais, a descentralização e a autonomia acabaram se constituindo uma medida muito mais de redução dos gastos públicos e desobrigação do Estado do que medida propriamente democrática.
Como se vê, a gestão democrática aparece como constrição legal e, ao mesmo tempo, resume-se como “participação”, entendida mais como forma de representação da comunidade, gestão de recursos financeiros, e menos como dispositivos gerenciais e técnicos de funcionamento da escola, reduzindo a especificidade dos processos efetivos de gestão, ou seja, o conjunto dos meios e condições de caráter intelectual, material, gerencial, financeiro de assegurar o processo de ensino e aprendizagem. Na verdade, os efeitos mais imediatos desse dispositivo legal foram: a instituição do projeto pedagógico e a participação de professores e pais na gestão da escola, esta representada, na prática, pela constituição burocrática de conselhos escolares. (LIBÂNEO, p. 13)


REFERÊNCIA:

LIBÂNEO, J. C. concepções e práticas de organização e gestão da escola: considerações introdutórias para um exame crítico da discussão atual no brasil ( * )

PIERRO, M. C. Di. A organização do sistema de ensino brasileiro



Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm> acesso 14 junho 2017.

Disponível em: <http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smed/default.php?p_secao=609> acesso em 14 junho 2017.

Disponível em: <http://www.ceed.rs.gov.br/conteudo/1033/apresentacao> acesso em 14 junho 2017.


Vídeo - O olho do cidadão - conselhos e controle social (CGU) Disponível em: < https://youtu.be/8ZuxhblVwPc> acesso em 14 de junho de 2017.