quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Rotina sufoca...

Bom toda rotina sufoca... mas como não ter uma agenda, como não ter uma tabela do tempo! Os trabalhos estão à todo vapor: São inúmeras leituras, postagens em diferentes ambientes... ora trabalho no moodle daqui a pouco estou no pbworks... e neste exato momento estou aqui! Estou aqui preenchendo lendo... e me organizando!




 Polo
PORTO ALEGRE 
Aluna
Luciane Soares Xavier




DIA/
HORAS
2ª feira
3ª feira
4ª feira
5ª feira
6ª feira 
Sábado
Domingo
Observações
05-06
 HP
HP
HP
HP
HP
DM
DM
06-07
FML
FML
FML
FML
FML
DM
DM
07-08
T/D-TR
PR-AULA
T/D-TR
T/D-TR
T/D-TR
TD
FML
08-09
PR-AULA
PR-AULA
TR
PR-AULA
TR
C
FML
09-10
TR
PR-AULA
TR
PR-AULA
TR
C
FML
10-11
TR
TD
TR
TR
TR
C
FML
11-12
TR
TD
TR
TR
TR
C
FML
12-13
OA
OA
OA
OA
OA
OA
OA
13-14
OA
T/D-TR
 T/D-TR
 OA
 T/D-TR
OA
LZ
14-15
TD
TR
TR
TD
TR
TD
LZ
15-16
TD
TR
TR
TD
TR
TD
LZ
16-17
TD
TR
TR
TD
TR
TD
LZ
17-18
EST-PEAD
TR
TR
EST-PEAD
TR
EST-PEAD
LZ
18-19
EST-PEAD
T/D
T/D
EST-PEAD
T/D
EST-PEAD
LZ
19-20
FML
FML
PEAD-P
FML
FML
FML
LZ
20-21
FML
FML
PEAD-P
FML
FML
FML
LZ
21-22
EST-PEAD
EST-PEAD
PEAD-P
EST-PEAD
EST-PEAD
EST-PEAD
OA
22-23
EST-PEAD
EST-PEAD
PEAD-P
EST-PEAD
 EST-PEAD
EST-PEAD
OA
23-24
HP
HP
HP
HP
HP
HP
HP
24-04
DM
DM
DM
DM
DM
DM
DM


ABREVIATURAS 


DM
Dormir
TD
Trabalho Doméstico
LZ
Lazer
C
Compras
FML
Atendimento a Família
O-EST
Outros Estudos
TR
Trabalho Remunerado
EST-PEAD
Estudos PEAD
TV
Trabalho Voluntário
PR-AULA
Preparo da Aula/ escola
T/D
Transporte/Deslocamentos
PEAD-P
PEAD Presencial
HP
Higiene Pessoal
OA
Outras atividades



Sintetizando alfabetização por Emília Ferreiro






Esta semana na Interdisciplina Fundamentos da Alfabetização conhecemos um pouco do objeto de pesquisa de Emília Ferreiro, gostei muito! Acredito na alfabetização tradicional, porém o que seria do nosso aprendizado sem a construção e desconstrução de concepções.    

Trabalhamos com textos de de Sônia Borges e Analice Dutra Pilar e através deles conhecemos um pouquinho da metodologia de alfabetização pesquisada e estudada pela discípula de Piaget, Emília Ferreiro.

Sônia Borges faz uma reflexão sobre as teorias de Emília Ferreiro que realizou pesquisas sobre alfabetização e escreveu livros falando sobre o universo da “alfabetização”, abordando a escrita como um objeto de conhecimento, sua investigação sobre a aquisição da escrita a partir do modelo de desenvolvimento cognitivo construtivo por Piaget.

Nesta linha de pensamento a linguagem oral e linguagem escrita surgem de uma relação de mútua da sequência de sons que integram uma palavra. Para Emilia Ferreiro o aprendizado da escrita não é de ordem técnica, mas sim conceitual que pode ser considerada como uma representação da linguagem ou como um código de transcrição gráfica das unidades sonoras.

Para a pesquisadora a aprendizagem da leitura e da escrita não se limita a sala de aula, e iniciam muito antes da criança entrar para a escola, a alfabetização esta interligada a diferentes fatores sociais, culturais, políticos e psicolinguísticos.

O conceito de Ferrero exige que o aluno aprenda a escrever e a entender o que está escrevendo ou lendo, as metodologias tradicionais são deixadas de lado e o aluno passa a ser um sujeito ativo e seu histórico é levado em conta, visto como um ser pensante.

Emília Ferreiro e suas concepções encontram opositores como o método fônico utilizado pela metodologia tradicional de ensino ou pesquisas científicas que afirmam que esta metodologia produz resultados significativos na construção da aprendizagem da leitura. Seu objetivo foi dar ênfase nos processos de aprendizagem, aproximando educação e pesquisa, em busca de estratégias interdisciplinares que atribuam sentido ao conhecimento escolar.

Sob outro aspecto da alfabetização a autora Analice Dutra Pilar disserta sobre a importância de conhecer o desenho Infantil, o educador que compreenda o processo de aquisição da linguagem do desenho tem capacidade de entender as particularidades do universo infantil.

O desenho infantil é uma expressão do pensamento sendo fundamental na vida de uma criança. Ele estimula a sua imaginação, criatividade, possibilitando a mesma conhecer o mundo ao seu redor.

O desenho é fundamental para o processo de alfabetização e aquisição da língua escrita. A interação com as diferentes formas de linguagem além de favorecerem o desenvolvimento motor facilitam este processo.

Antecedendo a construção da escrita o desenho será uma manifestação gráfica utilizada pela criança para se comunicar, através dele são expressos seus, medos, desejos, angustias e a reprodução de tudo que esta em seu redor, facilitando o processo de alfabetização.

Se completando e complementando o desenho e a escrita fazem parte deste processo de alfabetização. A representação por desenhos e seu uso na alfabetização é de suma importância para a escrita.

Os textos levam a inúmeros exemplos e ilustrações de como a metodologia de ensino defendida por Emília Ferrero se materializa com desenhos e escrita de crianças. Rabiscos ganham complexidade conforme os pequenos crescem e, ao mesmo tempo, impulsionam seu desenvolvimento cognitivo e expressivo.

Ambos os textos abordam aspectos da alfabetização. Retratam a alfabetização sob ponto de vista dos estudos de Emília Ferreiro discípula de Piaget, estes textos relatam a importância de conhecer o aluno e que para alfabetiza-lo vários fatores estarão envolvidos sejam eles sociais, culturais, políticos e psicolinguísticos.

E antes mesmo de saber decodificar os caracteres ele já sabe escrever através de representações gráficas que expressam seus medos, desejos e angustias.

O aluno passa a ser visto como um sujeito ativo e seu histórico é levado em conta, visto como um ser pensante e ele toma as rédeas do processo de sua alfabetização.

O exemplo abaixo relata a fusão da escrita e do desenho, aqui a criança já esta no nível silábico alfabético.


Referências:

Coleção memória da pedagogia, número 5: Emília Ferreiro: a construção do conhecimento. São Paulo: Segmento Duetto 2005.

FERREIRO, E. A produção de noções na criança: linguagem, número, ritmos e melodias - A escrita... antes das letras. H. Sinclair ( org.) . Cortez, 1990.

PILLAR, Analice Dutra. Desenho e construção de conhecimento na criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

PILLAR, Analice Dutra. Desenho e escrita como sistemas de representação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.





segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Estudo do texto "Maquinaria Escolar"


Trabalho em grupooooooo que sufoco! Bem realizar um trabalho em grupo é sempre complicado por muitos fatores mas os principais são questões geográficas, tempo e espaço... Mas com boa vontade e o uso das tecnologias tudo terminou com um grande aprendizado e final feliz!

Segundo o autor Phillipe Áries, a concepção da infância nem sempre existiu, sua análise histórica menciona o comportamento de famílias desde a Idade Média ocidental, e relatou que a criança deste período era tratada como adulto.

Antes do século XVII as famílias não davam atenção às crianças, que eram vistas como “adultos em miniatura”, as mães logo após o nascimento entregavam os filhos as “amas de leite”. Não havia uma preocupação dos pais em acompanha-los e educa-los, não existia vínculos e apegos afetivos como nos dias atuais.

A constituição de um novo conceito de infância veio a se desenvolver somente a partir do século XVIII, quando a infância e adolescência separam-se definitivamente que o bebe aparece como uma nova figura e através das artes plásticas ligada a iconografia religiosa desde finais da idade média começa a aparecer a infância e também seus direitos como criança cidadã.

VARELA, Julia ; ALVAREZ-URIA, Fernando. A maquinaria escolar. Teoria & Educação, Porto Alegre, n. 6, p. 68-96, 1996.

domingo, 4 de outubro de 2015

PEAD também é estudar no domingo...


 

Finalizando o domingo... Hoje foi um dia produtivo, auxiliei minhas “bixo” a realizarem suas tarefas, estamos trabalhando muito. A função de auxiliar as calouras é gratificante e também me faz realizar melhor todas as minhas tarefas.

A semana que inicia será de leituras e sínteses, que renderam grandes debates nos fóruns e redes sociais. Neste momento estou finalizando a leitura do texto “O desafio da prática pedagógica” um tema que me causa um certo desconforto a “alfabetização”. Amanhã mais detalhes... Fui minha cama esta me chamando... ZZZZZ


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Ego e seus mecanismos



Estou adorando a Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I, gostei muito de conhecer, ou melhor, entender os mecanismos de defesa do ego que são mecanismos psíquicos inconscientes usados para aliviar a tensão.

Estes mecanismos são nossos conhecidos desde a maternidade, porém não conhecíamos sua teoria, ele nos defende excluindo da nossa consciência sentimentos e desejos ruins ao Ego, tornando assim estes desejos e sentimentos inconscientes.




segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I


Adorei a Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I e principalmente a professora Luciane Magalhães Corte Real na primeira aula realizamos uma dinâmica de grupo onde ilustramos uma situação concreta que envolve o inconsciente.
Posteriormente repensando a disciplina ou melhor procurando outro acontecimento corriqueiro do dia a dia que fosse exemplo do inconsciente para postar no moodle observei inúmeras situações mas gostei muito de uma que assisti no programa de TV “Olho Mágico” reforma de vizinhos.
Neste programa especifico tinha um casal jovem, com pouco tempo de casados que se conheceram por conta da perturbação por causa de uma furadeira fora de horário. A partir deste fato o casal ficou amigos.
Mas o fato que me marcou é que a esposa gestante que estava ajudando na decoração da sala de estar do casal de amigos teve um sonho que na nova decoração tinha que ter uma coruja.
Animal que a amiga gostava muito que coruja simboliza a reflexão, o conhecimento racional e intuitivo. Fica claro como o subconsciente ficou funcionando em como ou melhor tudo o que deveria constar naquele ambiente que agradasse a amiga.


Referência:
BOCK, Ana Maria. A Psicologia e as Psicologias, capítulo 5 - páginas 70 à 77.


Infâncias nas mídias




Para desenvolver meu posicionamento critica quanto a questão “infância na mídia” assisti ao filme ao documentário Criança, a alma do negócio, sua temática é criança e consumo retratando a publicidade dirigida às crianças e do consumismo infantil.
 
Ele busca mostrar, por depoimentos de pais, pedagogos, psicólogos e crianças, além da ilustração de cenas de comerciais, como a televisão e a publicidade podem influenciar o consumo.
 
Fiquei chocada ao ver que as crianças atualmente estabelecem relações entre brincadeiras e compras e por vezes preferem compras à brincadeiras. Algumas crianças do documentário dão depoimentos em que preferem compras às brincadeiras. E quando preferem brincadeiras as brincadeiras são submetidas a consumo.
 

Creio que os publicitários acertam em cheio primeiro pela culpa dos pais de ficarem pouquíssimo tempo com os filhos e neste tempo que estão com os filhos querem comprar a felicidade dos filhos e o muito tempo ocioso dos filhos que ficam na frente da teve ou com tablets com jogos que aguçam o consumismo dos pequenos. E por sua vez estes pequenos sabem tocar em cheio o coração dos pais, dos tios, dos dindos etc.
 
Percebo que estamos totalmente erados ao nos deixarmos levar pela mídia e também por crianças. Vejo que os publicitários estão desempenhando bem o seu papel quem não anda fazendo bem o seu são os pais que não devem em hipótese alguma deixar a televisão e o consumo substituir um abraço, uma brincadeira ao ar livre, um dialogo.


 





CRIANÇA, a alma do negócio. Produção: Estela Renner e Marcos Nisti. São Paulo: Maria Farinha Produções, 2007. 90 min. Color. Port.
 

 

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

INFÂNCIA... Ai, infância!

 
 
 
Conforme o dicionário AURÉLIO (2001, p.387), Infância é operíodo de crescimento, do ser humano, que vai do nascimento à puberdade.

Porém o período da infância é uma etapa muito mais complexa do que o significado atribuído no dicionário, nesta etapa da vida do ser humano ocorre a formação de características físicas e psicológicas do individuo.
 
Nesta faixa etária as responsabilidades do ser humano com a sociedade são poucas, porém são incontáveis as descobertas que surgem. Na infância o ser humano se desenvolve e aprende como se alimentar, falar, andar, a demonstrar sentimentos e uma infinidade de coisas que serão uteis para o resto de sua existência.  
 
Referencias:
 
Dicionário AURÉLIO. 4ª edição. Editora, Nova Fronteira, 2001, p. 281, 387.

Imagens:
http://blog.mhcache.com/pb/wp-content/uploads/2012/11/Dia-da-infancia-blog.jpg


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Questões do Inconciente




          Ao assistir o vídeo Paradigma Psicanalítico na Educação 1 que fala a respeito das principais descobertas de Sigmund Freud: o inconsciente e a existência de uma sexualidade infantil, percebi que assim como os entrevistados atribuo a tudo que não sei explicar a Freud.

          Com o vídeo percebi que o inconsciente na verdade muito consciente e influência nas nossas escolhas e atitudes. Que nossas decisões expressivas da nossa vida não oriundas da razão. Até o Freud achávamos que podíamos controlar nossas escolhas pela razão, no entanto nossa escolhas são oriundas de desejos e emoções.

         A questão do amor de mãe, da sexualidade infantil me fizeram rever atos e atitudes que vivenciei tanto com minha mãe e minha com minhas filhas. Realmente estas relações envolvem muito sentimento muita emoção, um carinho prazeroso.

        Quando nos permitimos viver alguma fantasia algo que é desejado pelo nosso inconsciente, primeiramente Freud pensa a consciência como algo  limitado e tudo que faz parte da nossa vida esta além no "inconsciente". Posteriormente ele trata o inconsciente como um espaço inacessível  onde estão nosso pensamentos inatingíveis e fantasias.

Ordenação do caos aparente
A um instinto opunha-se outro, proibições sociais bloqueavam impulsos biológicos. Ele tentou ordenar este caos aparente propondo três componentes básicos estruturais da psique humana: o id (Es), o ego (Ich) e o superego (Über-Ich).
O id constitui a fonte dos impulsos ou tendências de uma pessoa; o superego representa os educadores (pais, professores) introjetados no indivíduo; e o ego é uma espécie de "relações públicas" entre o ser, seus impulsos e a sociedade.
Freud usou a seguinte metáfora para mostrar como essas três instâncias se relacionam: o ego é um cavaleiro tentando frear um cavalo selvagem (o id), seguindo as ordens do professor de equitação (superego).

         Na questão da razão versus emoção, visualizamos todas as funções do ego de moderação e ponderação e do id aquilo que não temos controle. Já o superego já consciente impede tudo que o ig gostaria de fazer. 
        Estou ansiosa para debatermos através de dinâmica as questões do inconsciente na Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I.



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Pensando aprendizagem

 
Iniciando os trabalhos da Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I, refletimos sobre algumas perguntas sobre o processo de aprendizagem.

A aprendizagem no meu ponto de vista são conhecimentos, saberes, valores e comportamentos adquiridos através de ensinamentos e estudos.

Esta ocorre através de ensinamentos e estudos. Existe uma infinidade de maneiras e modos de aprender, pois a aprendizagem pode ocorrer através de experiências e exemplos, por observação ou até mesmo por imitação.

Relacionando a aprendizagem e o desenvolvimento percebemos que o desenvolvimento depende da experiência interativa com o meio, e somente com um bom desenvolvimento a aprendizagem se efetiva.

O ensino e aprendizagem se dão por ações interativas do professor e do aluno, ações de estimulação e assimilação. Esta relação esta além do professor passar a matéria/conteúdo e sim de despertar interesse do aluno.

A aprendizagem se torna mais prazerosa e receptiva em interações de afinidade e amorosidade. Quando o educador conhece e o seu aluno em todos os aspectos singulares haverá uma facilidade de aprendizagem.

A escola deve ser um ambiente interessante tanto para professores, alunos e demais trabalhadores que nela atuem, possibilitando assim um local que propiciem o ensinamento e a aprendizagem harmonicamente.

Vou adotar uma "BIXO"!!!!




Fiquei empolgada com a abertura de um novo vestibular e sai indicado a muitas colegas, amigas, vizinhas, etc e tal... Muitas se inscreveram no vestibular, porém uma em especial ficou maravilhada com a oportunidade de realizar um sonho pessoal de ter um "ensino superior". Esta pessoa se empenhou muito e foi aprovada.


No retorno as aulas tivemos esta noticia que teríamos a oportunidade de adotar um "biXo", dar suporte para um calouro, não tive nenhum momento de hesitação e adotei a Adri.

Minhas expectativas são as melhores possíveis, não quero somente auxilia-la com as dificuldades que tive, mas também ter uma companhia para debater, dialogar, trocar ideias e aprender.

Sei o quanto é estranho entrar em uma nova escola, com colegas novos. Serei sua mediadora nas tarefas e metodologias, enfiam mediar sua integração com a universidade, colegas, tutores e professores.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Meu querido portfólio


Ao longo do semestre passei a entendê-lo, sua importância e como registar tudo o que venho lendo, aprendendo, conhecendo e vivenciando é de suma importância para costurar todas as interdisciplinas.

Porém para total êxito tenho que evitar alguns pecados que alunos do ensino à distância cometem, relacionei em itens alguns que cometi e que pretendo abolir da minha vida:

Procrastinação: “Não deixe para amanhã o que você pode fazer HOJE”

2º Falta de Planejamento: “Se não souber usar o seu tempo, isso lhe prejudicará em algum momento.”

3º Ser impaciente: “Respeite o tempo do casulo ou não virará uma borboleta!”

4º Preguiça: “Não deixe a preguiça te dominar, você é mais forte do que ela!”

Neste semestre prometo ser uma boa aluna!

Meu 1º Workshop



 O Workshop de avaliação do primeiro semestre foi tenso, sofrido, angustiante, revelador e maravilhoso. Um mix de emoções e sentimentos que terminaram com uma gratificante troca de ideias.
 
Primeiramente foi um choque, saber que teríamos que realizar uma síntese contemplando tudo que vivenciamos e aprendemos no primeiro semestre. Este tudo foi tão vasto porque este tudo contempla: universidade, professores, tutores, metodologia e inúmeras aprendizagens. Como sintetizar tudo isso e ainda colocar nas normas da ABNT, um trabalho nos moldes acadêmicos.
 
Passado o choque inicial, a luta foi contra o tempo, ô tempo! ... o tempo foi cruel... ele passou tão rápido, e ainda tinha prazo. Após a primeira postagem tive um síncope ao reler o que havia escrito e postado.
 
Mas sempre tem um anjo da guarda... Minha “anja” foi a tutora Maria Rosane, além de incentivar e encorajar me ajudou pacas. Revisou, me alertou, me sugeriu.  
 
A apresentação do Workshop foi da tensão para um momento de troca e cumplicidade de angustias divididas. Neste momento vi que a angustia, as dúvidas e os medos eram sentidos por todos. Que com planejamento e muito estudo vamos aproveitar e aprender.
 
Resumindo em poucas palavras o workshop foi uma montanha russa!