quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Ego e seus mecanismos



Estou adorando a Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I, gostei muito de conhecer, ou melhor, entender os mecanismos de defesa do ego que são mecanismos psíquicos inconscientes usados para aliviar a tensão.

Estes mecanismos são nossos conhecidos desde a maternidade, porém não conhecíamos sua teoria, ele nos defende excluindo da nossa consciência sentimentos e desejos ruins ao Ego, tornando assim estes desejos e sentimentos inconscientes.




segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I


Adorei a Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I e principalmente a professora Luciane Magalhães Corte Real na primeira aula realizamos uma dinâmica de grupo onde ilustramos uma situação concreta que envolve o inconsciente.
Posteriormente repensando a disciplina ou melhor procurando outro acontecimento corriqueiro do dia a dia que fosse exemplo do inconsciente para postar no moodle observei inúmeras situações mas gostei muito de uma que assisti no programa de TV “Olho Mágico” reforma de vizinhos.
Neste programa especifico tinha um casal jovem, com pouco tempo de casados que se conheceram por conta da perturbação por causa de uma furadeira fora de horário. A partir deste fato o casal ficou amigos.
Mas o fato que me marcou é que a esposa gestante que estava ajudando na decoração da sala de estar do casal de amigos teve um sonho que na nova decoração tinha que ter uma coruja.
Animal que a amiga gostava muito que coruja simboliza a reflexão, o conhecimento racional e intuitivo. Fica claro como o subconsciente ficou funcionando em como ou melhor tudo o que deveria constar naquele ambiente que agradasse a amiga.


Referência:
BOCK, Ana Maria. A Psicologia e as Psicologias, capítulo 5 - páginas 70 à 77.


Infâncias nas mídias




Para desenvolver meu posicionamento critica quanto a questão “infância na mídia” assisti ao filme ao documentário Criança, a alma do negócio, sua temática é criança e consumo retratando a publicidade dirigida às crianças e do consumismo infantil.
 
Ele busca mostrar, por depoimentos de pais, pedagogos, psicólogos e crianças, além da ilustração de cenas de comerciais, como a televisão e a publicidade podem influenciar o consumo.
 
Fiquei chocada ao ver que as crianças atualmente estabelecem relações entre brincadeiras e compras e por vezes preferem compras à brincadeiras. Algumas crianças do documentário dão depoimentos em que preferem compras às brincadeiras. E quando preferem brincadeiras as brincadeiras são submetidas a consumo.
 

Creio que os publicitários acertam em cheio primeiro pela culpa dos pais de ficarem pouquíssimo tempo com os filhos e neste tempo que estão com os filhos querem comprar a felicidade dos filhos e o muito tempo ocioso dos filhos que ficam na frente da teve ou com tablets com jogos que aguçam o consumismo dos pequenos. E por sua vez estes pequenos sabem tocar em cheio o coração dos pais, dos tios, dos dindos etc.
 
Percebo que estamos totalmente erados ao nos deixarmos levar pela mídia e também por crianças. Vejo que os publicitários estão desempenhando bem o seu papel quem não anda fazendo bem o seu são os pais que não devem em hipótese alguma deixar a televisão e o consumo substituir um abraço, uma brincadeira ao ar livre, um dialogo.


 





CRIANÇA, a alma do negócio. Produção: Estela Renner e Marcos Nisti. São Paulo: Maria Farinha Produções, 2007. 90 min. Color. Port.
 

 

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

INFÂNCIA... Ai, infância!

 
 
 
Conforme o dicionário AURÉLIO (2001, p.387), Infância é operíodo de crescimento, do ser humano, que vai do nascimento à puberdade.

Porém o período da infância é uma etapa muito mais complexa do que o significado atribuído no dicionário, nesta etapa da vida do ser humano ocorre a formação de características físicas e psicológicas do individuo.
 
Nesta faixa etária as responsabilidades do ser humano com a sociedade são poucas, porém são incontáveis as descobertas que surgem. Na infância o ser humano se desenvolve e aprende como se alimentar, falar, andar, a demonstrar sentimentos e uma infinidade de coisas que serão uteis para o resto de sua existência.  
 
Referencias:
 
Dicionário AURÉLIO. 4ª edição. Editora, Nova Fronteira, 2001, p. 281, 387.

Imagens:
http://blog.mhcache.com/pb/wp-content/uploads/2012/11/Dia-da-infancia-blog.jpg


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Questões do Inconciente




          Ao assistir o vídeo Paradigma Psicanalítico na Educação 1 que fala a respeito das principais descobertas de Sigmund Freud: o inconsciente e a existência de uma sexualidade infantil, percebi que assim como os entrevistados atribuo a tudo que não sei explicar a Freud.

          Com o vídeo percebi que o inconsciente na verdade muito consciente e influência nas nossas escolhas e atitudes. Que nossas decisões expressivas da nossa vida não oriundas da razão. Até o Freud achávamos que podíamos controlar nossas escolhas pela razão, no entanto nossa escolhas são oriundas de desejos e emoções.

         A questão do amor de mãe, da sexualidade infantil me fizeram rever atos e atitudes que vivenciei tanto com minha mãe e minha com minhas filhas. Realmente estas relações envolvem muito sentimento muita emoção, um carinho prazeroso.

        Quando nos permitimos viver alguma fantasia algo que é desejado pelo nosso inconsciente, primeiramente Freud pensa a consciência como algo  limitado e tudo que faz parte da nossa vida esta além no "inconsciente". Posteriormente ele trata o inconsciente como um espaço inacessível  onde estão nosso pensamentos inatingíveis e fantasias.

Ordenação do caos aparente
A um instinto opunha-se outro, proibições sociais bloqueavam impulsos biológicos. Ele tentou ordenar este caos aparente propondo três componentes básicos estruturais da psique humana: o id (Es), o ego (Ich) e o superego (Über-Ich).
O id constitui a fonte dos impulsos ou tendências de uma pessoa; o superego representa os educadores (pais, professores) introjetados no indivíduo; e o ego é uma espécie de "relações públicas" entre o ser, seus impulsos e a sociedade.
Freud usou a seguinte metáfora para mostrar como essas três instâncias se relacionam: o ego é um cavaleiro tentando frear um cavalo selvagem (o id), seguindo as ordens do professor de equitação (superego).

         Na questão da razão versus emoção, visualizamos todas as funções do ego de moderação e ponderação e do id aquilo que não temos controle. Já o superego já consciente impede tudo que o ig gostaria de fazer. 
        Estou ansiosa para debatermos através de dinâmica as questões do inconsciente na Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I.



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Pensando aprendizagem

 
Iniciando os trabalhos da Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I, refletimos sobre algumas perguntas sobre o processo de aprendizagem.

A aprendizagem no meu ponto de vista são conhecimentos, saberes, valores e comportamentos adquiridos através de ensinamentos e estudos.

Esta ocorre através de ensinamentos e estudos. Existe uma infinidade de maneiras e modos de aprender, pois a aprendizagem pode ocorrer através de experiências e exemplos, por observação ou até mesmo por imitação.

Relacionando a aprendizagem e o desenvolvimento percebemos que o desenvolvimento depende da experiência interativa com o meio, e somente com um bom desenvolvimento a aprendizagem se efetiva.

O ensino e aprendizagem se dão por ações interativas do professor e do aluno, ações de estimulação e assimilação. Esta relação esta além do professor passar a matéria/conteúdo e sim de despertar interesse do aluno.

A aprendizagem se torna mais prazerosa e receptiva em interações de afinidade e amorosidade. Quando o educador conhece e o seu aluno em todos os aspectos singulares haverá uma facilidade de aprendizagem.

A escola deve ser um ambiente interessante tanto para professores, alunos e demais trabalhadores que nela atuem, possibilitando assim um local que propiciem o ensinamento e a aprendizagem harmonicamente.

Vou adotar uma "BIXO"!!!!




Fiquei empolgada com a abertura de um novo vestibular e sai indicado a muitas colegas, amigas, vizinhas, etc e tal... Muitas se inscreveram no vestibular, porém uma em especial ficou maravilhada com a oportunidade de realizar um sonho pessoal de ter um "ensino superior". Esta pessoa se empenhou muito e foi aprovada.


No retorno as aulas tivemos esta noticia que teríamos a oportunidade de adotar um "biXo", dar suporte para um calouro, não tive nenhum momento de hesitação e adotei a Adri.

Minhas expectativas são as melhores possíveis, não quero somente auxilia-la com as dificuldades que tive, mas também ter uma companhia para debater, dialogar, trocar ideias e aprender.

Sei o quanto é estranho entrar em uma nova escola, com colegas novos. Serei sua mediadora nas tarefas e metodologias, enfiam mediar sua integração com a universidade, colegas, tutores e professores.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Meu querido portfólio


Ao longo do semestre passei a entendê-lo, sua importância e como registar tudo o que venho lendo, aprendendo, conhecendo e vivenciando é de suma importância para costurar todas as interdisciplinas.

Porém para total êxito tenho que evitar alguns pecados que alunos do ensino à distância cometem, relacionei em itens alguns que cometi e que pretendo abolir da minha vida:

Procrastinação: “Não deixe para amanhã o que você pode fazer HOJE”

2º Falta de Planejamento: “Se não souber usar o seu tempo, isso lhe prejudicará em algum momento.”

3º Ser impaciente: “Respeite o tempo do casulo ou não virará uma borboleta!”

4º Preguiça: “Não deixe a preguiça te dominar, você é mais forte do que ela!”

Neste semestre prometo ser uma boa aluna!

Meu 1º Workshop



 O Workshop de avaliação do primeiro semestre foi tenso, sofrido, angustiante, revelador e maravilhoso. Um mix de emoções e sentimentos que terminaram com uma gratificante troca de ideias.
 
Primeiramente foi um choque, saber que teríamos que realizar uma síntese contemplando tudo que vivenciamos e aprendemos no primeiro semestre. Este tudo foi tão vasto porque este tudo contempla: universidade, professores, tutores, metodologia e inúmeras aprendizagens. Como sintetizar tudo isso e ainda colocar nas normas da ABNT, um trabalho nos moldes acadêmicos.
 
Passado o choque inicial, a luta foi contra o tempo, ô tempo! ... o tempo foi cruel... ele passou tão rápido, e ainda tinha prazo. Após a primeira postagem tive um síncope ao reler o que havia escrito e postado.
 
Mas sempre tem um anjo da guarda... Minha “anja” foi a tutora Maria Rosane, além de incentivar e encorajar me ajudou pacas. Revisou, me alertou, me sugeriu.  
 
A apresentação do Workshop foi da tensão para um momento de troca e cumplicidade de angustias divididas. Neste momento vi que a angustia, as dúvidas e os medos eram sentidos por todos. Que com planejamento e muito estudo vamos aproveitar e aprender.
 
Resumindo em poucas palavras o workshop foi uma montanha russa!


Reflexões sobre as aprendizadens do primeiro semestre


Muitos foram os questionamentos e reflexões que me fizeram retornar aos bancos acadêmicos principalmente por não concordar com inúmeras teorias pedagógicas da atualidade, porém, ao perceber que não poderia mais lecionar convivendo com está permissa e que deveria sim ter um ponto de vista embasado deixando de lado o “achometrô”, embarquei nesta nova e estressante experiência de estudo EAD, confesso que esta sendo difícil a adaptação tanto com a metodologia de ensino, quanto com a utilização de diferentes ferramentas de tecnológicas.

Sempre questionei a respeito do papel da escola na educação, porém, somente lecionando reconheci a escola como “instituição do saber” de suma importância para toda a sociedade e que o verdadeiro papel do professor que vai além da transmissão de conhecimentos aos alunos. Por isso necessito, ou melhor, todos os educadores de diferentes áreas necessitam de um olhar além, ensinando os alunos a pensarem sobre o mundo, a sociedade na qual estão inseridos.

Logo com as interdisciplinas (Corporeidade- Epistemologia e Vivências do Aprender; Escola, Cultura e Sociedade Abordagem Sociocultural e Antropológica; Escola, Projeto Pedagógico e Currículo; Seminário Integrador I) apresentadas no primeiro semestre podemos ter já algumas pinceladas de como pensar na escola como local “preparação” para a vida, e sua função de preparar cidadãos do mundo.

Assim sendo, entendo que a proposta de ensino a distância, que se volta para a formação cultural e científica possibilita a participação efetiva, porém, defronta-se é com inúmeros problemas até mesmo com a resistência ao novo. E evidente a necessidade desta nova metodologia de ensino e aprendizagem como prática educativa inovadora, embasada na implantação e reflexão do conhecimento compartilhado, que possibilita agir, transformar e refletir.

Consequentemente estaremos preparados para efetivar as mudanças necessárias na escola, e assim cumprimos nosso papel que é formar seres que possam pensar a respeito de tudo o que fazem. Por todas estas breves abordagens, concluo que o curso de Pedagogia vem transformado minhas expectativas quanto o papel do educador.

Porém a educação à distância tem me causado uma fusão de sentimentos, sensações e reflexões, e serão necessárias mudanças bruscas no planejamento e execução das tarefas, devemos nessa nova empreitada superarmos o medo, enfrentarmos os desafios e obstáculos possibilitando assim a efetivação da construção do modelo contemporâneo de ensino efetivando assim a aprendizagem. Futuramente como educador possa utilizar todas as experiências adquiridas enquanto aluno.

Até o presente momento não utilizei nenhum método estudado em minhas aulas. Achei interessante o método globalizado onde todos os conteúdos de aprendizagem são organizados a partir de situações e temas independentes de matérias não descartando os conteúdos disciplinares mesmo que eles não sejam base para sequência didática.

Concluindo, percebi que o professor em muitos casos é visto como força estimuladora para despertar nos alunos uma disposição motivadora para determinado assunto. Tenho recebido este apoio em todos os encontros presenciais e por meio das tecnologias. Seja estimulando, provocando e instigando a curiosidade fazendo com que a visualização de vídeos e a leitura de textos, ocorressem o crescimento desta cumplicidade entre professores, tutores e alunos.

Referências

ASSMANN, Hugo & MO SUNG, Jung. Competência e Sensibilidade Solidária. Educar para a esperança. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004;

BECKER, F. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Texto em PDF, disponibilizado pelo autor;

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia : saberes necessários à prática docente. 6. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1997.

GONÇALVES; C.J.S. Corporeidade. Revisão do Conceito. Tese de Doutorado. UNIMEP. 2005.

ZABALA, Antoni.  Respostas do ensino à dispersão do conhecimento: esclarecimento conceitual. In: Enfoque Globalizador e Pensamento Complexo. Porto Alegre: ArtMed, 2002. (p. 26-30)


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;

Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;

Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Práticas educacionais e relações de poder


Na perspectiva, que o planejamento participativo é que o PPP constitui-se seja um instrumento de intervenção na realidade escolar visando proporcionar a  organização do trabalho pedagógico; a utilização dos tempos e espaços escolares;  identificar e valorizar aspirações, ideais e anseios; e sobretudo, permitindo que a comunidade escolar possa refletir, definir, construir coletivamente as metas e objetivos trazendo suas vivencias e anseios para dentro dos portões da escola creio que nossa escola está bem distante desta perspectiva.

O Projeto Politico Pedagógico da escola onde trabalho prevê a criação de espaços de participação para todos os seguimentos na vida da escola, procura integrar todos (professores, funcionários, alunos, pais e comunidade) tornando-os corresponsáveis no processo de construção do conhecimento, no entanto percebe-se uma participação efetiva, por parte da comunidade, somente nas festividades da escola. As atividades de cunho social e lazer são de grande aceitação e participação efetiva da comunidade escolar;

As portas da escola sempre estiveram abertas à comunidade, porem não há um estimulo a discussão e a reflexão, e assim viabilizar melhorias acessíveis a todos. Promover o desenvolvimento de grupos, com a finalidade de estabelecer entre eles, vínculos e identidades coletivas esta elencado com o item “Construir conhecimentos de forma interdisciplinar e com diferentes metodologias, que considerem os sujeitos com suas histórias e vivências;”

Ausência de interesse nas questões de ensino e aprendizagem e em debates e reflexões sobre: limites, respeito, valores, agressividade, compromisso e cidadania; são visíveis até mesmo em entrega de boletins. Porém quando a um retorno negativo ou seja notas vermelhas nos deparamos com a recusa. Recusa esta ilustrada no texto “A arte de viver das novas gerações Capítulo: Projeto Participação”, aquela vivência limitada a jogos o que se estende a preguiça de estudar, de aceitar o resultado e recusa ao professor, qualquer hierarquia e ao seu papel de estudante.
 
 
A arte de viver das novas gerações Capítulo: Projeto Participação P. 172

Minha percepção sobre a perspectiva de Paulo Freire


 
              Com a leitura da obra “Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa” minha percepção sobre a perspectiva de Freire é que existem diferentes tipos de educadores que se dividem em críticos, progressistas e conservadores.
              Porem indiferente ao tipo de professor todos necessitam de saberes comuns como saber relacionar teoria e prática; conduzir o aluno para produção e construção do conhecimento; perceber que ao ensinar aprende e principalmente consiga “despertar no aluno a curiosidade, a busca do conhecimento, a necessidade de aprender de forma crítica”.
              O livro pedagogia da autonomia versa sobre de lacunas que são conflituosas entre os educadores destacando a necessidade da reflexão crítica sobre a prática educativa, que dialoga com a teoria e a prática, sendo o posicionamento vital para o autor que não há docência sem discência, quer dizer que: quem ensina ‘aprende o ensinar’, e quem aprende ‘ensina o aprender’.
              Para o autor ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção. Deixando claro que o ensino não depende somente do professor, bem como a aprendizagem não é exclusiva do aluno, mas tanto o ensino versus aprendizagem e o professore versus aluno se fundem e se completam.
             Segundo o autor a convivência harmoniosa e amorosa entre professor e aluno reflete na troca de saberes e a educação como base de transformação social.
 
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra. 1998

Reflexão sobre modelos pedagógicos



Quando conclui minha formação, recebi o diploma e uma bagagem imensa de teoria, porém ao adentrar em uma sala de aula como educadora me deparei com uma realidade totalmente diferente daquela que poderia imaginar, até mesmo porque o período de estágio, que teria a função de mostrar o que seria uma sala de aula além dos livros, fui presenteada com uma turma modelo. Uma turma pensante, independente e madura, a menina dos olhos de todos os aspirantes e veteranos professores. Sem mencionar a escola, uma escola pública bem localizada, organizada.

Sempre me visualizei como um professor reflexivo, por que desde que me conheço sempre questionei tudo, sempre questiono o quê e o porquê das coisas, nunca me conformei com o fracasso e sempre acreditei que tudo é possível, imaginava tudo se transformando, modificando e melhorando. Porém na pratica esse inconformismo me conduziu a grandes desafios e inúmeras dificuldades, até mesmo algumas decepções por querer deixar de lado a prática pedagógica disciplinar e inovar com a troca trabalhando interdisciplinaridade.

A prática pedagógica disciplinar parte do pressuposto que aprender é separar, e nós preferimos estar no sentido contrário, ou melhor, no sentido “horário” da complexidade e inteireza do conhecimento. Prática esta que cada professor pode desenvolver sozinho de seu modo sem sequer dialogar com pares da mesma área de atuação.

interdisciplinaridade desenvolve e vivência a capacidade de organização, potencializa a criatividade, articula o conhecimento de forma dialógica, promove a aproximação da comunidade interna e externa, experimenta, de fato, o trabalho em equipe e possibilita a prática do hábito da pesquisa. Porém neste modelo de trabalho o educador tem que dialogar com colegas, direção, supervisão e até mesmo com os educandos.

Trabalhando nesta segunda metodologia acredito que ocorre uma aprendizagem significativa dependendo é claro da disposição do aluno para aprender, além da seleção de conteúdos. A aprendizagem desse conteúdo envolve a realização de ações, é preciso fazer para aprender e seu domínio envolve o seu uso e aplicação em diferentes contextos.

Porém como tornar uma sala e a aula mais dinâmicas, favorecendo a realização de ações, e a promoção de vivências aos alunos, o exercício de habilidades que levem a autonomia para analisar e criticar os processos colocados em ação e seus resultados. Se todos os pilares da escola não aceitam e não querem mudanças, não aceitam inovações.

Entendo que todos os educadores precisam compreender sobre estes modelos e escolher aquele que melhor produza conhecimento no aluno. Contudo este mesmo professor precisa respeitar regras, a hierarquia e a organização da escola. Não tenho dúvidas de que aluno gostaria de formar, de que metodologia seria ideal para modificar nossa sociedade.

Porém a escola precisa ser que trabalhe a coletividade. Tenho convicção que a prática aliada a pesquisa são fundamentais para a compreensão do que está se fazendo. E se esta escola permitir em seu quadro um professor reflexivo irá formar indivíduos capazes, críticos e autônomos, aptos a escreverem a própria história e certamente teremos um mundo melhor.

 
 
 
BECKER, F. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Texto em PDF, disponibilizado pelo autor.

 ZABALA, Antoni.  Respostas do ensino à dispersão do conhecimento: esclarecimento conceitual. In: EnfoqueGlobalizador e Pensamento Complexo. Porto Alegre:ArtMed, 2002. (p. 26-30)

 

segunda-feira, 8 de junho de 2015

ORAÇÃO DO PROFESSOR - GABRIEL CHALITA


Fim de Trimestre

        Pra todos nós professores finaliza-se um trimestre e incia-se outro. Porém entre eles tem inúmeras provas para elaborar, aplicar, corrigir, cadernos de chamada... aff 
        É uma correria louca! Mas como todo professor sobreviverei! 

Corporeidade uma breve reflexão

        O ser humano tem uma necessidade latente de inovação, criação e invenção esta capacidade ajudou e muito seja na cura de doenças seja em guerras eliminado outros semelhantes para a preservação de outros tantos.
           Porém ao mesmo tempo em que temos esta necessidade de criação cada vez mais visualizamos um distanciamento nas relações afetivas humanas sejam elas mãe/filho ou homem/mulher. Percebesse que as relações afetivas estão mais relacionadas a posse do que verdadeiramente uma simples relação afetiva entre pares, é marcante o quanto são descartáveis assim como no filme “Inteligência Artificial” logo que Mônica (à mãe) tem seu filho de volta (filho que estava em coma) ela passa a tratar o robô com hostilidade.
Estas manifestações corpóreas não são percebidas pelo robô "David". Este apresentava uma série de características de pureza em suas ações que não filtram as atitudes de rejeição de sua mãe, tão pouco conseguia se defender do seu irmão Martin. Ele era racional, rotineiro, franco e ingênuo. Seu pensamento era tão puro a ponto de acreditar na existência da Fada Azul. Será que estas características manifestação corpóreas não estão fazendo falta em nós seres humanos?
Na leitura do texto “Corporeidade: Uma complexa trama transdisciplinar. In GONÇALVES; C.J.S. Corporeidade. Revisão do Conceito. Tese de Doutorado. UNIMEP. 2005.”, percebi que a corporeidade tem diferentes aspectos assim como no filme, foi crescente a relação de criador e criatura e a dependência do criador com sua criatura. A consciência é uma das principais características dos seres humanos e se um robô tem esta característica é por que foi inserida por um humano.
É marcante a conflito interno e como foi difícil deixar de lado superioridade e ter que destruir aquilo que criou por medo de ser superado pela sua criação.
Luciane Soares Xavier
·                     Corporeidade: Uma complexa trama transdisciplinar. In GONÇALVES; C.J.S. Corporeidade. Revisão do Conceito. Tese de Doutorado. UNIMEP. 2005.

·                     A.I. : Inteligência Artificial – EUA, Ficção, Direção: Steven Spielberg, Warner Home Vídeo, 2001.


terça-feira, 2 de junho de 2015

Texto: a origem da palavra cultura por Alfredo Bosi


Incrível como foi resumido em poucas palavras o ensinamento de uma vida que "cultura é a de transmissão de conhecimentos e valores de uma geração para outra, de uma instituição para outra, de um país para outro; subsiste sempre a ideia de algo que já foi estabelecido em um passado – que pode ser um passado próximo ou um passado remoto."

Como graduada em Letras já havia estuda e lido alguns artigos de Alfredo Bosi, gosto muito de seus textos de sua escrita precisa e clara, bem objetiva de fácil entendimento. Ao pensarmos em cultura, cultural lembramos de algo do passado, algo que foi ensinado que aprendemos. 

Para Alfredo Bosi, a cultura é alguma coisa que se faz, e não apenas um produto que se adquire. 

Semana 4 - Estudo, Trabalho e Lazer


Na Semana 4 para a interdisciplinar -  ESCOLA, CULTURA E SOCIEDADE: Abordagem Sociocultural e Antropológica vamos aprofundar nossos conhecimentos em Cultura, conhecimento, comportamento e lógica das relações sociais teremos inúmeras tarefas:
1. Leitura:
·         A origem da palavra Cultura, Alfredo Bosi.
·         Cultura e Democracia, Marilena Chauí.
·         Cultura e educação popular: apropriação dos entes da cultura, Maria das Graças de Almeida Baptista.
·         Narradores de Javé.
·         Vista minha Pele

2. Filmes:
3. Estudo fotográfico (celular) evidenciando as transformações da escola (o que expõe e o que oculta).


Esta semana está sendo muito agitada, fechamento de trimestre! Tenho 13 turmas, inúmeras elaborações de provas, correções, recuperações e conselho de classe! Aff

ESTUDO MUITO.
E TRABALHO MUITO, TAMBÉM! 
PORÉM NÃO SOBREVIVO SEM O LAZER! 
HAJA TEMPO! 



Não abro mão do lazer! Neste final de semana assisti uma peça teatral com minhas filhas - João e o pé de feijão da Cia. Halarde no Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), super indico. Também incluí na lista de lazer os filmes indicados para as interdisciplinas ... rsrsrs